Literatura e Cinema

“Sem correr no corredor, Nancy” - Freddy Krueger, em A Hora do Pesadelo.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Marley e Eu

Marley and Me - John Grogan, 2006, 300 páginas.

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Pareço ter sido a única pessoa que não se posicionou totalmente favorável ao livro. No começo, resisti à idéia de lê-lo, mas quando o Renan me disse que tinha começado a ler e que parecia bom, decidi ignorar os meus pensamentos prévios a respeito do livro e lê-lo, pensando que talvez pudesse estar errado ao acreditar que sua leitura seria tão útil quando assistir a qualquer filme sobre cachorros que passam na Sessão da Tarde.

Ao término do livro, constatei que eu parecia mesmo ser o único a não pensar que o livro é muito legal. As cem primeiras páginas são meio chatinhas, só ficando legal a partir do momento em que Jenny finalmente tem seu primeiro filho. As cem páginas seguintes são legais, a leitura flui e você acaba esquecendo que as primeiras páginas existiram; no entanto, infelizmente, existem as últimas cem páginas, que me esforcei absurdamente para terminar de ler. Nesse terço final, parece que há muita coisa escrita para pouco acontecimento. Se o autor tivesse enfatizado às partes realmente importante, o livro teria 80% menos páginas e menos tosquice.

Se você tiver a oportunidade de ler Marley e Eu e outro livro, mesmo cuja autora seja a Bruna Surfistinha, opte pelo livro dela. Se não houver opções, leia-a. Você pode gostar, diferentemente de mim. Não nego que o livro tenha partes interessantes, sendo que algumas me fizeram sentir entristecido pelo cão (quando Jenny começa a se irritar com Marley) e outras me fizeram rir muito (quando John narra a tentativa de Jenny de escovar os dentes de Marley). Esse definitivamente não é um livro para ser lido duas vezes e, para ser sincero, eu até pulei um capítulo quase todo.

Luís

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Livro muito bom.

Quem vê apenas pela capa, pensa "livro de cachorro? Parece Sessão da Tarde", mas não é mesmo. John e Jenny, são um casal que quer ver quanto de talento eles tem para a paternidade e maternidade. Não é muito já que ela mata uma planta afogada. Então decidem que algo vivo, que se mexesse com frequência seria melhor, então vão a uma fazenda e adotam um cão, um labrador de pura raça: Marley. Ele é um indisciplanado nato, não respeita as ordens, destrói a casa, principalmente quando há tempestades.

Nesse livro você acaba se apegando a Marley, e pensando como seria tem um cachorro desse, mas na capa está escrito : A VIDA e o amor ao lado do pior cão do mundo, o que se pode deduzir… O mais legal é o poder do autor transformar as coisas tão engraçadas…é aque livro que as pessoas pensam que você é um retardado por estar morrendo de rir com um livro.

Partes fodas: *Quando Jenny perde o bebê e Marley poe a cabeça em seu colo como num gesto de compaixão.
*Quando vêem Luck no jornal.
*O Sofrimento de Marley na velhice para subir as escadas.
*Quando ele puxa a mesa do restaurante
*O adestramento e todas as outras

Livro Excelente.

Renan

criado por Luís/Renan    03:05:18 — Arquivado em: Livros

sábado, 29 de março de 2008

O Caçador de Pipas

 

The Kite Runner, 2007, 122 minutos.

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Infelizmente, ou felizmente, não li o livro. A história do filme é legal e , segundo o Renan, a adaptação é boa. Confesso que estava preparado para uma história meio chatinha e parcialmente estava certo. O filme como um todo vale a pena, mas não vale a pena assisti-lo mais de uma vez (pelo menos não no mesmo semestre).

O filme mostra um lado absurdamente belo e cruel da amizade: quando um abre mão de toda asua liberdadeem função do outro, que apenas de mantém indiferente às atitudes do amigo. Compreendam por liberdade a possibilidade de poder se expressar e agir conforme sua própria vontade. A primeira parte do filme - quando os garotos ainda são jovens - a objetividade com a qual a amizade de ambos é mostrada chega a incomodar: Hassam faz qualquer coisa por seu amigo Amir.

(Spoiler) As cenas mais marcantes do filme estão no começo, quando Amir e Hassan estão empinando pipas no campeonato, no qual o vencedor deveria ir buscar a pipa; a dupla vence os outros competidores e Hassam corre e busca da pipa, encontrando-a num beco, exatamente onde estão três garotos que odeiam a ele e a Amir. Numa cena em que pouco se vê, porém muito se sente, Hassan é estuprado por um dos garotos por negar-se a entregar-lhe a pipa, já que havia prometido a Amir que a daria em suas mãos. Amir observa tudo, mas é incapaz de intervir pelo amigo, que sofre calado e ainda lhe entrega a pipa, enquanto vemos pingar na neve o sangue; a outra cena é quando Amir, cansado da maneira que Hassan se submete a ele, decide esconder o relógio que ganhou de presente do pai. Esconde-o sob o colchão de Amir e diz ao pai que suspeita que o amigo o tenha roubado. O pai dele chama Amir e lhe pergunta se aquilo de fato aconteceu e o garoto, após olhar para Amir e perceber que fora ele quem havia simulado aquilo, não nega e diz que, de fato, havia roubado. O pai, então, apenas diz que lhe perdoa, para espanto de Amir. (Spoiler)

A partir do momento em que eles crescem e o filme passar a focar a vida de Amir, meu interesse começou a oscilar entre o filme e a conversa com o Andrey. A história toda começou a ficar meio chata, até que, por dois ou três minutos, eu conversava sem parar, voltando depois minha atenção para o filme. Transcorreu mais alguns minutos de filme e minha atenção agora oscilava entre a história, a conversa com o Renan (que me repreendia cada vez que eu dizia algo) e o Andrey. Vale a pena assisti-lo, mas como eu disse anteriormente: não mais do que uma vez!

Luís

criado por Luís/Renan    18:15:37 — Arquivado em: Filmes

sexta-feira, 28 de março de 2008

10 Coisas que Eu Odeio em Você

 

10 Things I Hate About You, 1999, 97 minutos.

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Demorou mais de dois anos para que eu assistisse o filme, mesmo após ter lido boas críticas a respeito. Dificilmente se poderia imaginar que um filme tão moderno e adoslecente possa ser adaptação de uma obra de Shakespeare, mais precisamente A Megera Domada. Eis um filme que diverte e que é interessante, apesar de não haver nenhuma grande atuação que o torne digno de Oscar. É muito melhor ver Julia Stiles em filmes como esse (ou como No Balanço do Amor) do que toda séria e madura como ela aparece em A Profecia.

Bianca é uma jovem popular da escola que vive cercada por meninos. O pai, sempre muito preocupado, decide impor uma regra: assim que Katherine, irmã de Bianca, começar a sair com alguém, Bianca também poderá ter um namorado. O grande é problema é que Katherine é absurdamente mal-humorada e todas a odeiam. A solução então é encontrar alguém que convença Katherine a sair de seu mundo rebelde e começar a viver de verdade.

Até o fim do primeiro terço do filme, Julia Siltes está muito boa interpretando uma jovem que, com muita ironia, provoca a todos que estão ao seu redor. O segundo terço de filme mostra uma Katherine mais suave, cedendo aos encantos de um garoto (Heath Legder) que foi pago para conquistá-la. No terço final, todos já sabemos o que vai acontecer: eles bringam, um dos dois fica magoado, eles rompem, mas no fim, bem no fim, pouco antes de surgirem os créditos finais, eles ficam juntos novamente. Muitos dos atores são estilo Malhação, acabam parecendo demasiadamente velhos ou demasiadamente novos para estar no Ensino Médio. Algumas atuações são bem limitadas, como a atriz que interpreta Bianca, que parece não conseguir falar uma frase sem resmungar e o ator que interpreta o pai das garotas, que começa chato e piora conforme os minutos passam.

Heath Ledger e Julia Stiles apresentam química nessa comédia: ambos parecem ter sido escolhidos a dedo para o papel do garoto maluco de quem todos têm medo e da garota rebelde que todos odeiam, respectivamente. Uma pena que eles não possam reaparecer juntos em mais nenhum filme como casal. Há inúmeras cenas legais, como quando o pai de Katherine pergunta "E aí, filha, como foi o colégio hoje? Fez alguém chorar?" e ela imediatamente responde  "Infelizmente, não. Mas ainda são quatro da tarde…" O melhor é ver  mudança de nuances da personagem, que começa cruel e termina doce, ocorrendo, portanto, a domação da megera.

Luís

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Com Heath Ledger (o que morreu), Julia Stiles e vários outros.

Bom…o filme é a adaptação de "A Megera Domada" para os dias atuais, como "A Nova Cinderela". Nele vemos duas irmãs, uma garota pop (Bianca) que nunca teve namorado e nunca irá ter se sua irmã mais velha (Kat/Stiles) também não arranjar um, o que é dificil, pois Kat, é uma mala.

Também temos o pretendente de Bianca , de quem não lembro o nome, que quer ficar com ela, mas ela não pode namorar. Então ele suborna um cara (Patrick/Ledger)para sair com Kat. Patrick não é muito bem visto por ser um cara estranho, com hábitos estranhos e na escola há um boato de que ele matou um homem. E ele aceita o suborno. Só que acaba se apixonado verdadeiramente por ela, o que deixaria o camnho livre para Bianca.

Mas depois, Kat descobre que tudo aquilo não passou de um plano e acaba tudo com Patrick, ele se arrepende, pede desculpas faz o escambau e os dois ficam juntos, e vivem felizes para sempre. Típica comédia romantica que todo mundo gosta.

Renan

P.s: O porquê do titulo? Preste atenção nas últimas cenas.

 

criado por Luís/Renan    12:49:01 — Arquivado em: Filmes

terça-feira, 25 de março de 2008

Fortaleza Digital

Digital Fortress - Dan Brown, 2005, 336 páginas.

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Ensei Tankado, um ex-funcionário N.S.A. quer vingar-se dos Estados Unidos, código inquebrável, algo que inutilizará o computador superpotente da NSA, na decodificação de mensagens.

Com a ajuda de North Dakota, (pessoa misteriosa) responsável por tornar o Fortaleza Digital público caso Tankado morra e ele morre, uma morte parecida com um ataque. Tankado tenta chamar a atenção das pessoas que passavam na praça, em que ele estava tendo o ataque, para algo na sua mão esquerda, Tankado tinha um problema e tinha só 3 dedos, e em um desses dedos ele possuia um anel, que sumiu misteriosamente. E é esse anel que David Becker tenta achar, seguindo pistas, fugindo. Há também Susan, noiva de David, é criptóloga e tenta decifrar o código e Trevor Strathmore, vice diretor da N.S.A

Partes Legais: As partes mais legais do livro são as que David Becker tenta achar o anel, pois possuem mais emoção e também a parte do espray de pimenta.

Renan

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Dos quatro livros de Dan Brown, Ponto de Impacto e esse são os melhores. Apesar de as tramas cheias de conspirações e aventuras de O Código da Vinci e Anjos e Demônios serem legais, eu me identifiquei mais com essas duas narrativas. O problema de ter lido dois livros de Dan Brown é que você já sabe a forma como o autor escreve e tudo se torn muito previsível.

Susan Fletcher é chamada em seu dia de folga para resolver um problema na ala da Criptografia da NSA, compania que investiga e-mails e dados digitais que são enviados e recebidos. O grande computador responsável por quebras códigos, que normalmente quebra um código gigante em 3 minutos, estva congestionado há 15 horas devido a uma mensagem criptografada enviada. O problema parece maior quando Susan é informada de que quem criou a mensagem, chantageia a NSA, tem um parceiro que sabe a respeito da mensagem e que está disposto a revelar o código da internet para todos caso algo aconteça ao responsável pela criação do programa.

A estória do livro é muito interessante, compatível às tramas conspiratórias exibidas em Ponto de Impacto. Não sei qual é melhor, a leitura de ambos me envolveu bastante. O problema é que após ter lido os três outros livros, eu já presumi muitas coisas. Um dos personagens mais companheiros e dedicados à Susan seria um assassino, portanto já pensei no comandante que sempre dá proteção à Susan e em seu namorado; já sabia que o personagem mais irritante e que mais parece suspeito, nada tem a ver com a história: ele apenas estava no lugar errado, na hora errada. Os personagens que parece secundários, não o são e tem algo muito importante a esconder. Os personagens que parecem morrer, pode não estar mortos, podendo voltar posteriormente para o grand finalle. Não posso me esquecer também de que o personagem, nesse caso David Becker, sempre vai conseguir encontrar a pista certa no local certo, independentemente da dificuldade; ele jamais morrerrá no meio da história, até porque Dan Brown transforma seus personagens em heróis dependentes da sorte: quando o assassino aponta a arma pra cabeça do "mocinho", alguém resolve jogar algum objeto lá do alto do prédio e coincidentemente esse objeto cai na arma do assassino, dando a oportunidade para o mocinho correr para o outro lado da rua em direção a uma moto estacionada, também coincidentemente encontrar as chaves (que o dono esqueceu ao estacioná-la), dar partida e fugir antes que o assassino perceba; se o assassino percebeu, ele já deu dezoito tiros, mas nenhum desses tiros - coincidentemente - acertou o mocinho. Nada mais Dan Brown!

Esqueci de dizer que o final é o mesmo baba-ovo de sempre, mas mesmo assim o livro é interessante e vale a pena ser lido. Três dias são suficientes para terminar a leitura. Contraditoriamente, espero que seja adaptado e quero que não seja. Adoraria ver quem eles escolheriam para Susan Fletcher (Catherine Zeta-Jones, talvez…), mas temeria assistir ao resultado dessa ousadia (que é adaptar o livro). Enfim, vamos esperar para ver.

Luís

criado por Luís/Renan    18:21:27 — Arquivado em: Livros

domingo, 23 de março de 2008

A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

Hoje, convidada especial no nosso blog: Joice, minha irmã  E juntos eu e ela (Renan e Joice) faremos uma critica do livro “A Menina que Roubava Livros”

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The book thief - Marku Szusak,2007,  494 páginas.

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Entao galera, vim aqui (como Convidada especial, detalheee!)
fazer o comentario do livro “A menina que roubava livros”.

Cara, a verdade é que esse livro está além das palavras!

Fala sério, um livro escrito pela propria Morte?!
Só esse fato nos deixa com muitas expectativas, que aliás, são todas mais do que satisfeitas, potzz.. tem que ter uma imaginação de Jostien Garden mesmo =D
Se passando no ambito da 2º guerra mundial (e mostrando
a quem a guerra REALMENTE atingiu), esse livro trás risadas,
lágrimas e principalmente nos leva a refletir sobre TODOS os valores que julgavamos importantes até em tao.
Palavra de bandeirante: vale muito a pena ler. Afinal, essa é uma “daquelas” historias (e trás uma “daquelas” personagens) que Holywood dificilmente vai conseguir fazer igual.
Realmente, tenho que concordar que de vez em quando..
Os humanos me assombram. Principalmente quando conseguem criar historias assim, onde uma menina rouba livros para não perder de vista os próprios sonhos.

;*

Joice
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Bom…eu considero esse o melhor livro que li ano passado (e na lista tava livros como Harry Potter e as Reliquias da Morte, A Cidade do Sol e etc.)

Acho que o ponto mais interessante do livro, não é a historia em si, mas como e por quem ela é contada.
O estilo de escrever é único, ele vai e vem com a historia com pequenas notas, e quem conta a história é a Morte, o que torna o livro mais excitante.

O livro é voltado para Liesel, uma garota que perde o irmão e a mãe a deixa aos cuidados de uma familia alemã e foge, por ser comunista. Tudo isso ná época de Hitler. Ela cresce e aprende a roubar em Himmel.
Quem ve assim pensa que é um caso parecido com Robbin Hood, mas não tem nada a ver, ela não rouba para vender e ter comida, ela rouba para seu conhecimento próprio e por que na maioria das vezes…deixam - a roubar.

O livro é foda =D
É altamente recomendado.

Renan

criado por Luís/Renan    17:34:08 — Arquivado em: Críticas Especiais, Livros

sexta-feira, 21 de março de 2008

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL

Para fazer a crítica da série Harry Potter, Renan e eu optamos por chamar  alguém para nos acompanhar nos posts sobre o bruxo que faremos. Decidimos que eu não faria críticas dos livros que, apesar de já tê-los lido, não me recordo muito bem. Lembrei-me de uma fã incondicional de Harry, uma colega minha muito especial, que já leu todos os livros, assistiu todos os filmes e é capaz de dizer inúmeros detalhes a respeito da série que muitos leitores pouco reparariam. Nivea, que já leu e releu inúmeras vezes cada livro foi convidada para comentar aqui no nosso BLOG sobre o primeiro episódio da saga escrita pela britânica J.K. Rowling.

Harry Potter and the Philosopher’s Stone - J.K. Rowling, 1997, 263 páginas.

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Bom,minha história com Harry Potter é bem esquisita…primeiramente devo dizer que sou loucamente apaixonada pela série.Em segundo lugar, quando fui assistir à “Harry Potter e a Pedra Filosofal” no cinema,eu não gostei do filme.Na época eu não entendi nada.Felizmente, alguns dias depois eu ganhei esse livro. Até a página trinta,mais ou menos,eu ainda não tinha mudado de opinião. Maaaasss depois que a história foi se desenrolando, eu amei!!!!

Sobre o filme, pode-se dizer a favor que é o mais bem adaptado em relação ao livro,provavelmente porque o primeiro livro é o menor de todos; ou porque o diretor não quis dar asas à própria imaginação.Ouso dizer que,ainda hoje,quando crianças lá com seus dez anos vão assistir o filme sem ler o livro,não entendem nada,assim como eu demorei para assimilar.Mas o filme tem seus atrativos: rostinhos bonitos (que ainda estavam aprendendo a atuar),efeitos especiais,e alguns montros para enfeitar.E lógico,não podemos esquecer que o Bem vence o Mal, o que já é suficiente para quem não entender todo o resto da trama.

Já o livro,é muito mais detalhado.Todos se encantam e alguns se identificam com o órfão maltratado pelos tios. A tentativa das cartas chegarem a Harry é um pouco maior do que a mostrada no filme;sem contar que Harry Potter demora praticamente 100 páginas para chegar a Hogwarts - o livro todo tem 263 páginas.É interessante pensar na pesquisa que J.K. Rowling fez. Por exemplo, Nicolau Flameu, o criador da pedra filosofal, realmente existiu.E o livro mencionado em “a pedra Filosofal”, Quadribol através dos séculos também existe e está a venda nas livrarias. J.K.apenas o publicou com um nome de autor fictício.

 
Não quero ser muito spoiler,porque tem gente que nunca leu o livro,só assistiu o filme.263 páginas não serão muitas pois a leitura será prazerosa; alguns pequenos detalhes,aos quais não damos atenção se mostrarão muito importantes para o final,que sempre é surpreendente.Eu já li o livro pelo menos umas quatro vezes.Se eu começar a ler de manhã,à noite já acabei.Mas se você for ler o livro,leia com calma e aprecie o estilo de Rowling.

Nivea

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O Primeiro livro da série mais bem sucedida de todas (pelo menos é o que eu acho).
Bom…o livro é muito bom, assim como todos os outros.

Nele, conhecemos Harry e sua vida medíocre, de acordar todo dia com sua “querida” tia, batendo na porta do armário da escada. Harry foi deixado ainda bebê na porta da casa de seus tios maternos, os Dursleys. Dez anos depois, coisas estranhas acontecem com ele, como o vidro do zoólogico, que guardava uma jibóia brasileira =D

Poucos dias antes do aniversario de Harry, começam chegar cartas endereçadas claramente a ele, com conteudo misteriosos, pois ele nao consegue le-las, mas quando seu tio Valter, as abre, decide logo tomar atitudes para que as cartas nao cheguem a Harry. No dia do aniversario de Harry eles, estao numa casa no meio do nada, dai derepente chega um gigante (Hagrid) avisando a ele que é um bruxo e tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Lá acontecem todas as primeiras aventuras dele, que tem consequências no último livro da série. Por isso leiam com atenção. Lá ele conehce seus futuros melhores amigos, Rony e Hermione, aprende a jogar quadribol, conhece seu arqui-rival Voldemort que matou seus pais, e etc.

Livro Foda!
Altamente recomendável.

Renan

criado por Luís/Renan    16:21:59 — Arquivado em: Críticas Especiais, Livros

quarta-feira, 19 de março de 2008

O Código da Vinci

The Da Vinci Code, 2006, 149 minutos.

 Adaptção do livro de mesmo nome.
Bom…eu achei o filme meio fraquinho para o que todos esperavam, além de Tom Hanks não ser a melhor escolha para Robert Langdon na minha opinião. Já a ecolha para Sophie Neveu (Audrey Tautou) eu achei que foi mais que decente.
E o carinha do Senhor dos Áneis (o Gandalf) também ficou bom.

Bom…a estória é a mesma citada no livro, então nao vou por ela aqui de novo.

O filme é bem parecido com o livro, e não aquelas adaptações que não tem nada a ver com o filme.

Cenas boas:
*A ultima, quando ele se ajoelha em cima do suposto lugar onde é guardado o "Santo Graal"

*Quando ele vai nos túmulos e aparece aquele efeito legalzinho, com vários planetinhas e etc.

Filme bom, mas longe de ser um filme excelente.

Renan.

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Quando um livro faz sucesso estrondoso, é traduzido para várias línguas, o autor começa a ganhar milhões, o que acontece, então? Adapta-se o filme homônimo! Com O Código da Vinci não foi diferente. Enfim, pouco depois de lançarem o filme, corri assisti-lo.

Acho que Tom Hanks tem o perfil de Robert Langdon, mas sua atuação ficou um pouco aquém do brilhantismo do simbologista retratado no livro. A Sophie de Audrey Tattou, assim como sua Amèlie Poulan, ficou muito boa, da mesma maneira, em relação à personalidade, como eu imaginava a personagem do livro. O filme me ajudou a compreender melhor algums das teorias explicadas no livro (como os corpos de Cristo e Madalena) que, talvez por incapacidade minha, ficaram meio confusas.

Não gostei do tom de beatificação dado à personagem Sophie, como se por ser da linhagem de Cristo, ela fosse intocada. Assim como o Renan, penso que o filme é bom, mas de forma alguma será um clássico, tampouco uma ótima adaptação. Fico feliz que não tenham resolvido acrescentar ao filme toda a criatividade do diretor, produtores, atores, etc, como acontecem em muitas adaptações, que mais parecem outras estórias do que realmente baseadas em algum livro.

Assistam-no, mas leiam primeiro o livro, que é interessante e mais envolvente. Caso assistam ao filme primeiro, assim que tiverem oportunidade, leia o livro e finja que nada sabe sobre a estória e vão descobrir como é melhor o livro do que o filme. Adaptações quase nunca são boas, se não são ruins, são, no máximo, medianas. Essa não é a exceção!

Luís

criado por Luís/Renan    23:49:44 — Arquivado em: Filmes

segunda-feira, 17 de março de 2008

O Sorriso de Mona Lisa

Mona Lisa Smile, 2003, 119 minutos.

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Acho que Julia Roberts sempre melhora com o tempo. Amadurece, torna-se melhor atriz e mais confiante em sua atuação e sempre - SEMPRE - sempre continua sendo uma linda mulher. Desculpem-me o trocadilho, não resisti. Os treze anos de diferença entre o seu primeiro filme de destaque e este mostram como uma atriz consegue melhorar. Julia não é minha atriz preferida, embora goste bastante do seu trabalho. Deixando  um pouco a atriz de lado, vou falar sobre o filme em si.

Uma professora de História da Arte (Julia) vai lecionar em um colégio conservador, no qual os métodos convencionais são seguidos rigidamente. Tentando ampliar o horizonte de percepção de suas alunas,Katherine Watson tenta revelar a elas um mundo novo, mas suas tentativas são recebidas com intolerância e tratadas com se fosse um absurdo. Aparentemente, essa é só uma história comum, cujo final todos teriam por previsível. Não acredito que seja assim;há todo um contexto e um enredo surpreendentes que levam o espectador a pensar quantas vezes uma pessoa pode suportar a decepção sem se despedaçar.

A personagem de Julia Roberts é recebida com indiferença, é submetida à tortura psicológica realizada pelas próprias alunas, bate de frente com os métodos severos usados na administração da escola, algumas de suas alunas põem à prova sua forma de ensinar e, por muitas vezes, pensamos que a professora simplesmente se quebrará em mil pedaços ao ver sua vida profissional sendo arruinada assim como sua vida amorosa. Apesar dos problemas, surge uma amizade - uma relação de compreensão e confidências entre as alunas e Katherine. E quando tudo parece bem, as coisas se encaminham para o despropósito e temos novamente a impressão de que tudo terminará com uma tragédia (considero o fato de alguém desistir da vida que sempre sonhou com uma tragédia, ok?).

Destaque para o filme como um tudo, vale muito a pena vê-lo. As interpretações de Kirsten Dunst e Julia Stiles são bem marcantes tanto quanto a da atriz principal. Destaque também para a relação conturbada das três: quando tudo parece bem entre Katherine (Roberts) e Joan (Stiles), Betty (Dunst) vem e atrapalha; quando Joan e Betty se entendem, um conselho de Katherine faz com que haja novo desentendimento.O filme é uma sucessão de pontos reflexivos, que nos fazem pensar até que ponto ir adiante e até que ponto suportar. E o final? Não tão previsível quanto parece. Pode ser que seja fácil saber se será triste ou feliz, mas com certeza não é como você pensa que será. Assistam!

Luís

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Oscar para Julia Roberts com esse filme =D
O filme se passa em 1953, época em que as mulheres não tinham tanto espaço na sociedade.

Katherine Watson (Julia) é uma professora de História da Arte, que vai lecionar na faculdade feminina Wellesley College.
Só que lá ela nao é tao respeitada por não ser casada, apenas tinha um noivo.
Mas no final ela acaba se apixonando por um professor da mesma escola, e no final do filme……

Cenas marcantes:
*Última cena: em que as alunas correm atrás do carro da professora.

*Primeira aula: onde as alunas sabiam toda a matéria

* Quando a mae de Kirsten Dunst diz que ela tem que perdoar a traiçao do marido.

É um filme de drama, muito bom mesmo.

Renan.

criado por Luís/Renan    20:19:22 — Arquivado em: Filmes

sábado, 15 de março de 2008

High School Musical

High School Musical, 2006, 98 minutos.

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O filme que todo mundo fala mal, mas todo mundo se anima quando assiste. Eu conseguiria fazer um filme com aquela história em 30min.
A historia do cara popular que se apaixona pela garota nova e CDF…Os amigos são contra, armam e manipulam, e o casal se separa…mas no final todos vêem que um não consegue viver sem o outro e todos ficam bem.
(Hmmmm…já vi essa história em outro filme ;D)
Pô…mas quem não mexeu algum músculo com aquelas musiquinhas??
As letras são muitos legais e o ritmo nem se fala (bem diferento do High School Musical 2).
Quem não tem vontade de fazer aquelas coreografias incrementadas??
"We’re all in this together
Once we know
That we are
We’re all stars
And we see that
We’re all in this together
And it shows
When we stand
Hand in hand
Make our dreams come true "
=DD
Filme legal.

Renan

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Esse é o tipo de filme que (quase) todo mundo assiste e gosta, mas teme em admitir, como o Renan bem disse. Mas o filme é legal, interessante e diferentemente de muitas porcarias que são lançadas anualmente, a história é bem divertida. Você com certeza já viu em trezentas novelas e em todos os filmes da Disney a história desse filme: a garota muda de escola, se apaixona pelo popular da escola, que por sinal é o astro do basquete, e ele também acaba se apaixonando por ela. No entanto, as grupos aos quais eles pertencem não aceitam esse amor, pois acreditam que influenciará na personalidade e capacidade de cada um e tentam fazer algo para separá-los,; num determinado momento percebem que erraram, tentam corrigir o erro e, como em todo filme da Dinsey, os mocinhos desculpam os amigos e acabam juntos e felizes. Felizes, mas no caso desse filme, sem beijo algum durante a hora e meia de cantoria, dança e dramalhão.

Um colega disse que é um filme supérfluo. Não nego que seja, até porque não mostra nada que você ainda não tenha visto. Se imaginar um diálogo, provavelmente terá no filme, porque é óbvio ululante cada cena, no entanto, apesar de ser previsível, o filme diverte e passa o tempo de forma agradável. As cenas são bem gravadas, alguns atores convencem, outros convencem e agradam, as músicas são legaizinhas. As coreografias são interessantes, o Troy é patético e por duas semanas fiquei com a música Status Quo na cabeça, embora todas sejam bem divertidas. Sharpay e Ryan são um caso a parte, não há como negar que eles são os que mais se destacam no filme. Toda aquela pose de rainha e maldade infantil da loira te fazem gostar dela o tempo todo, mesmo quando ela quer aprontar alguma para o casalzinho insosso Gabriella-Troy.

O maior destaque realmente está para as músicas dançantes (e pegajosas) do filme, já que todo o resto já foi visto em algum momento em outro filme.What I’ve Been Looking For e All Together são músicas que ficarão soando em sua cabeça por muito tempo. Você provavelmente vai sentir uma vontadezinha de dançar junto com eles na última cena do filme, quando todos se juntam para uma apresentação na quadra.A primeira música do filme é inesquecível também; se alguém conseguir se esquecer das vozes de Troy e Gabriella cantando Start of Something New merecerá, sem dúvida, um prêmio. Até porque talvez seja essa a canção mais famosa do filme e todas as rádios a tocavam incessantemente.

Fiquei pasmo ao descobrir que Zach Efron só cantou umas quatro ou cinco frases durante todo o filme. Foi contratado somente porque é um rostinho bonito? Insisto que o destaque do filme fica para Ashley Tisdale que interpreta muito bem sua Sharpay charmosa e divertida. O filme é recomendável, sim. Vocês podem de dizer que há filmes melhores e eu concordarei, mas esse é um filme que traz diversão para quem o assiste (diferentemente do segundo, que é um pavor!). Se acham que assisti-lo é uma perda de tempo, dêem uma hora e meia do seu tempo para assistir Tamara. Então, vocês vão desobrir como High School Musical pode ser muito - MUITO - muito interessante.

Luís

criado por Luís/Renan    17:05:01 — Arquivado em: Filmes

quinta-feira, 13 de março de 2008

O Código da Vinci

The Da Vinci Code, 2005, 399 páginas.

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Segunda aventura de Robert Langdon.
Acho que o primeiro ponto a esclarecer é: esse livro é um ROMANCE, ou seja, é ma história que NÃO é baseada em fatos reais.
Esse livro é um dos mais discutidos no mundo por conter "pistas"
contra a Igreja e contra Cristo, tudo em vão na minha opinião.
Nele Robert Langdon tem que solucionar o assassinato de Jacques Saunière, que morreu no museu do Louvre. Como em todos os livros dele, uma pista vem atrás da outra até descobrir um mistério que acompanha o mundo desde "A Ultima Ceia": Onde está o Santo Graal. O livro tambem supõe que Maria Madalena teve um romance com Jesus, o que gerou a briga contra a Igreja, que chegou a pedir que os fiéis não o lessem.
Bobeira, quando a Igreja pede para não lermos,eu ao menos, tenho mais vontade ainda.
Resumindo…o livro é bom, tem uma linguagem agradável, tem uma história que fixa o leitor no livro e etc.
Com certeza vale a pena ver.

Renan

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Esse foi o primeiro livro do Dan Brown que eu li. Ouvi rumores de que havia um superlivro que expunha assuntos secretos da Igreja, envolvendo uma história de perseguição, charadas, suspense e surpresas. Impossível não se interessar, né? Não me lembro de quem emprestei o livro, tudo o que sei é que mais do que rapidamente estava com o livro nas mãos.

Dan Brown é um autor cuja literatura é rápida. Ele sabe como focar o assunto e isso faz com que o leitor não se desanime. Toda aquela onda de curiosidade e questionamento vai se misturando na cabeça enquanto o leitor admira a forma estratégica usada pelo autor e se sente tentado a acreditar naquilo que está escrito ou não. A história toda é um conjunto com situações que podem (ou não) ter acontecido. Para alguns, é um conjunto de blasfêmias, para outros é um conjunto de teorias da conspiração. Tendo a opinião a respeito da Igreja como eu tenho, confesso que acredito que acontecimentos citados lá pudessem realmente ter acontecido (será que haveria tnatos fiéis se Jesus fosse um homem como todos os outros, casado, com filhos e, talvez, se poder algum?).

Diferentemente da opinião do Renan, não penso que é um monte de teorias interessantes jogadas a esmo. Acredito que ali há verdades, mas também há bastante ficção. Robert Langdon se aventura para chegar à pista que é deixado por Jacques Saunière, curador de Louvre, quando é assassinado. Junto com Sophie Neveu, Robert arrisca a vida para que revelem o código e a morte de Saunière não tenha sido em vão.

Por ser o primeiro livro de Dan Brown que li, o final se surpreendeu, apesar de ter me irritado que tudo acabasse com tanta obviedade! (Spoiler) Eo pior é o final em que descobrimos que Sophie é de uma linhagem de Cristo…Quantas são as pessoas que tem a mesma linhagem de Cristo?! E qual a probabilidade de Langdon se envolver justamente com uma? (Fim do Spoiler)

Vale a pena ler o livro, apesar de o final ser medíocre, porém com algumas revelações surpreendentes. Apesar de ser um livro relativamente longo, a história é interessante demais e a leitura flui, em pouco tempo já terá terminado de lê-lo.

Luís

 

criado por Luís/Renan    18:17:04 — Arquivado em: Livros
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