segunda-feira, 17 de março de 2008
O Sorriso de Mona Lisa

Mona Lisa Smile, 2003, 119 minutos.
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Acho que Julia Roberts sempre melhora com o tempo. Amadurece, torna-se melhor atriz e mais confiante em sua atuação e sempre - SEMPRE - sempre continua sendo uma linda mulher. Desculpem-me o trocadilho, não resisti. Os treze anos de diferença entre o seu primeiro filme de destaque e este mostram como uma atriz consegue melhorar. Julia não é minha atriz preferida, embora goste bastante do seu trabalho. Deixando um pouco a atriz de lado, vou falar sobre o filme em si.
Uma professora de História da Arte (Julia) vai lecionar em um colégio conservador, no qual os métodos convencionais são seguidos rigidamente. Tentando ampliar o horizonte de percepção de suas alunas,Katherine Watson tenta revelar a elas um mundo novo, mas suas tentativas são recebidas com intolerância e tratadas com se fosse um absurdo. Aparentemente, essa é só uma história comum, cujo final todos teriam por previsível. Não acredito que seja assim;há todo um contexto e um enredo surpreendentes que levam o espectador a pensar quantas vezes uma pessoa pode suportar a decepção sem se despedaçar.
A personagem de Julia Roberts é recebida com indiferença, é submetida à tortura psicológica realizada pelas próprias alunas, bate de frente com os métodos severos usados na administração da escola, algumas de suas alunas põem à prova sua forma de ensinar e, por muitas vezes, pensamos que a professora simplesmente se quebrará em mil pedaços ao ver sua vida profissional sendo arruinada assim como sua vida amorosa. Apesar dos problemas, surge uma amizade - uma relação de compreensão e confidências entre as alunas e Katherine. E quando tudo parece bem, as coisas se encaminham para o despropósito e temos novamente a impressão de que tudo terminará com uma tragédia (considero o fato de alguém desistir da vida que sempre sonhou com uma tragédia, ok?).
Destaque para o filme como um tudo, vale muito a pena vê-lo. As interpretações de Kirsten Dunst e Julia Stiles são bem marcantes tanto quanto a da atriz principal. Destaque também para a relação conturbada das três: quando tudo parece bem entre Katherine (Roberts) e Joan (Stiles), Betty (Dunst) vem e atrapalha; quando Joan e Betty se entendem, um conselho de Katherine faz com que haja novo desentendimento.O filme é uma sucessão de pontos reflexivos, que nos fazem pensar até que ponto ir adiante e até que ponto suportar. E o final? Não tão previsível quanto parece. Pode ser que seja fácil saber se será triste ou feliz, mas com certeza não é como você pensa que será. Assistam!
Luís
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Oscar para Julia Roberts com esse filme =D
O filme se passa em 1953, época em que as mulheres não tinham tanto espaço na sociedade.
Katherine Watson (Julia) é uma professora de História da Arte, que vai lecionar na faculdade feminina Wellesley College.
Só que lá ela nao é tao respeitada por não ser casada, apenas tinha um noivo.
Mas no final ela acaba se apixonando por um professor da mesma escola, e no final do filme……
Cenas marcantes:
*Última cena: em que as alunas correm atrás do carro da professora.
*Primeira aula: onde as alunas sabiam toda a matéria
* Quando a mae de Kirsten Dunst diz que ela tem que perdoar a traiçao do marido.
É um filme de drama, muito bom mesmo.
Renan.
criado por LuÃs/Renan
20:19:22 — Arquivado em: 

Comentário por Eduardo — segunda-feira, 17 de março de 2008 @ 22:16:28
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