Literatura e Cinema

“Sem correr no corredor, Nancy” - Freddy Krueger, em A Hora do Pesadelo.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Juno

Juno, 2007, 87 minutos.

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Há pontos inquestionáveis nesse filme, mas também há outros muito duvidosos. As atuações de Ellen Page e Jennifer Garner são muito boas, mas não entendi tantas indicações ao Oscar. Se havia um Oscar que deveria ser dado - e com justiça! - seria à Jennifer Garner, que interpretou brilhantemente uma mulher cujas intenções se limitam a um filho e a manter a família.

A história se resume basicamente a uma garota que se relacionou sexualmente uma única vez com um colega de escola, engravidou e, uma vez que não queria a criança, resolveu dá-la para adoção. O roteiro de Diablo Cody não é expecional, mas trabalha bem com o desenvolvimento de cada personagem, permitindo que o espectador goste de cada um à sua maneira. Reforço mais uma vez que a melhor personagem é Vanessa e coube a ela uma das cenas mais interessantes do filme, quando Juno vai ao sohpping e a vê brincando com uma criancinha; logo em seguida,seaproxima de Vanessa e diz queo bebê chutou sua barriga e Vanessa tenta senti-lo.

Acho que o que mais me instigou a ver o filme foi o cartaz colorido e o que o Renan havia me dito a respeito. Não é uma filme que te faz rir, tmpouco te deixará irritado o sair do cinema. É apenas um filme para não ser visto com os amigos (a não ser que seu amigo seja o Renan). O pessoal com quem eu assisti o filme achou uma tremenda perda de tempo (e dinheiro!). Eu achei razoável. Reparei que houve uma extrema evolução na atuação de Ellen Page que, de MeninaMá.com a Juno, se fez brilhar mais. Todos os atores no filme são bons, mas isso não o salva de serum pouco monótono.

Luís

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Essa histótia começou com "Pequena Miss Sunshine", que foi um azarão (Poucos recursos monetários e muito sucesso) assisti e adorei.
Quando vi criticas de Juno e vi que assim com "Pequena Miss Sunshine" foi um azarão, foi muito indicado para o Oscar e talz, fiquei muito curioso, e quando chegou aqui, não pensei 2 vezes e fui assistir.
Não me arrependi.

Não deixa de ser uma história adolescente, mas há todo um sentimento, uma história bem elaborada, atuações de todos são boas, desde os pais até a garotinha besta que olha Juno com cara de bosta ^^, aquele sarcasmo/comédia na medida certa.
Realmente não sei o que o tornou um sucesso, mas é um filme tão agradavel de se ver. A música tema do filme também é muito legal, uma letra besta, mas retrata a vida deles com aquele verso tão bonitinho "I don’t see what anyone can see in anyone else, but you"
Há cenas que são marcantes como aquela onde Juno vai a uma clinica de aborto e sua colega esta com uma placa, mostrando que fetos de 5 meses já tem dedos.
O final também nos surpreende, já que foge um pouco dos padrões.

Com certeza, muito recomendavel

Renan

criado por Luís/Renan    12:28:49 — Arquivado em: Filmes

sábado, 12 de abril de 2008

Espartalhões

Meet The Spartans, 2008, 87 minutos.

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Sabe aquela sensação de "já vi isso em algum lugar"? Então, é esse filme! Você já viu todo o humor forçado que há em Espartalhões em filmes como Todo Mundo em Pânico e todas as suas seqüências. Tudo nesse filme é meio repetido e não há nada que seja muito bom;  começar pelo nome do filme, foi uma péssima escolha esse título que remete ao humor dos anos noventa, quando Os Trapalhões eram top top e Os Três Patetas eram comédia garantida.

Fico feliz por ter ido ao cinema no dia em que é mais barato, porque esse filme definitivamente não vale muito. Há cenas engraçadas, sim. Muito engraçadas, para ser sincero. Mas elas acontecem uma vez a cada vinte minutos. Há muitos filmes parodiados, nem todas as paródias são realmente engraçadas. Dentre os filmes que percebi, estão O Poder do Ritmo, 300, Homem Aranha, Sr. e Sra. Smith, além de uma sequência que começa interessante mas fica chata devido à repetição sobre American Idol. E duas das estrelas que mais causam alvoroço nos EUA também estão presentes no filme; são elas Paris Hilton e Britney Spears.

Os pontos altos do filme são o momento em que os guerreiros vão à luta de mãos dadas e ao som de I Will Survive; quando a mulher do espartano-chefe (cujo nome não me lembro) está recebendo uma massagem e ao final do filme, quando todos os personagens do filme se apresentam no palco do American Idol para cantar mais uma vez I Will Survive. E, de repente, quem surge para cantar junto? Ninguém menos do que a Britney…bitch! Ela dança toda desengonçada, numa referência clara à sua apresentação no VMA, onde parecia nem conseguir se movimentar direito. A paródia ao filme O Poder do Ritmo também é legal, muito bem feito os efeitos usados nas danças. Se o que você procura é diversão bobinha numa noite de sexta-feira, sugiro esse filme. Até que é engraçadinho para um dia em que qualquer humor forçado é capaz de te fazer rir; se o que procuram é qualidade, optem por alguma comédia romântica (Como Perder um Homem em 10 Dias), algum suspense inteligente (Cálculo Mortal) ou algum drama impressionante (Menina de Ouro, Razão e Sensibilidade).

Luís

criado por Luís/Renan    23:29:40 — Arquivado em: Filmes

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Desventuras em Série: Mau Começo

A Series of Unufortunate Events - Bad Beginning, 2000, 148 páginas.

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O 1º livro de uma das séries que mais gosto. Nele começamos a acompanhar a vida dos orfãos Baudeleire (desastrosa, nesse e nos 12 outros volumes).

Bom…quando Sunny, Klaus e Violet passeavam na praia do sol, uma figura não estranha se aproxima, o Sr. Poe (personagem que você se irrita logo no primeiro volume) , com uma noticia desastrosa a eles, seus pais morreram num incêndio que destruiu a casa onde moravam e "coincidentemente", os três saem ilesos, por passearem na hora certa.

Sozinhos, eles são levados a guarda do parente mais próximo: O Conde Olaf. Conde esse que faz de tudo para conseguir a fortuna dos Baudeleire, até obrigar Violet a assinar seu nome a "próprio punho", em uma das passagens do livro. Outro ponto legal do livro é o narrador, Lemony Snicket (ele é o narrador e o autor, como se os livros fossem partes de um diário). A todo momento da história ele para pra dizer coisas do tipo: "Sinto muito dizer que o livro que você tem nas mãos é bastante desagradavel". Ás vezes isso irrita um pouco.

Bom, o livro é muito bom.São 13 volumes e a história começa a ter um clima de aventura no 5º para o 6º livro. Leiam!

Renan

P.s: no final de cada livro vem uma "carta" de como foi escrever o livro seguinte, tudo em clima de suspense e aventura.

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Sabe aquele livro que você começa a ler, acha um pouco infantil, mas mesmo assim se diverte? É esse! Quando o Renan me sugeriu o livro, achei o título interesante e assim que vi o livro, rapidamente me lembrei da série Vaga-lume. Embora tenha me parecido infantil - muito infantil -, decidi lê-lo. E não surpreendi ao descobrir que tinha gostado muito da história.

É literatura bem simples: linguagem fácil, às vezes muito bem explicado, os personagens não são esterotipados, embora tenham aquelas costumeiras atitudes heróicas de todos os livros em que as crianças são as personagens principais. Vou à história, então: Violet, Klaus e Sunny Baudelaire (lê-se Bodler, como em "mulher") perdem seus pais num incêncio que destrói a casa em que vivem. Sr. Poe, representante legal da família, comunica as crianças do acontecimento e as encaminha para o tutor que cuidará delas até Violet completar a maioridade. No entanto, o homem responsável pela crianças é ninguém mais do que Conde Olaf, que está disposto a fazer qualquer coisa pela fortuna das crianças. Para a realização de seus planos, Olaf conta com sua trupe perigosa de atores de teatro. Na casa do conde, as crianças Baudelaire passam por maus bocados.

 A leitura é rápida e divertida. Assim que terminei esse livro, logo corri para a biblioteca para pegar o segundo. Àqueles que não gostam muito de literatura, sugiro que tentem ler Desventuras em Série. É recomendável, tanto para os leitores que buscam diversão quanto para as pessoas que esperam se tornarem leitoras. Adultos ou crianças, o livro é bom!

Luís

criado por Luís/Renan    18:17:04 — Arquivado em: Livros

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Clube do Beijo

Clube do Beijo - Marcia Kupstas, 2000, 142 páginas.

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O que acontece quando um garoto curioso fica trancado num quarto com sete garotas dispostas a uma vingança? Acontece o CLUBE DO BEIJO. Muitos podem dizer que isso não chega a ser literatura; posso até concordar, mas não poss negar que é uma leitura divertida e prazerosa. O livro trata um assunto delicado para muitos adolescentes e acredito que não deve ser lido se você tiver uma mente limitada ou se não conhecer o suficiente a respeito de sexo para entender o livro, cada passagem e cada sentimento experimentado pelos personagens.

Picapau fica aprisionado num quarto após tentar espiar a irmã de um amigo seu junto com outras garotas num quarto. O problema - ou melhor, nem de longe chega a ser um problema - é que ele fica no quarto junto com as sete: Débora, Sarah, Penélope, Angélica, Bia, Rita e Maria Fernanda. Confinados àquele cômodo, começam um jogo de confissões que acaba revelando segredos extremamente íntimos e pessoais de cada um.

O livro é bem interessante, cada personagem é bem construído, apesar de não haver muito desenvolvimento. O que há de comum entre eles é apenas o fato de haver um segredo e confiar nos outros para dizê-lo; cada um se difere do outro, o que não torna o livro um conto infantil, onde predomina a repetição de tópicos. A autora parece ter talento para tratar de temas mais adolescentes e acho que deveria se aventuras a escrever mais livros do gênero; infelizmente, apenas sei desse livro de sua autoria.Talvez um romance que envolva dois desses personagens, ou três…Sugiro que leiam. Adultos, não pensem que, por já não serem mais adolescentes a leitura pode ser desagradável, porque, com certeza não será. Pode não trazer nada novo à sua vida, mas isso não é - nem será - sinônimo de que o livro não valha a pena.

Luís

criado por Luís/Renan    00:18:31 — Arquivado em: Livros

terça-feira, 8 de abril de 2008

Como Perder um Homem em 10 Dias

How to Lose a Guy in 10 Days, 2003, 110 minutos.

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Alguém já teve a sensação de que viu o filme onde tudo funciona bem? Pois bem, se já teve essa sensação, aposto que foi após ter assistido a esse filme. Aqui tudo parece ser muito bom, como de fato acredito que seja: a escolha do tema, o roteiro, os personagens principais, os personagens secundários e, principalmente, os atores!

Gostaria de enfatizar a respeito dos atores, já que a escolha não poderia ser melhor. Li que Gwyneth Paltrow interpretaria Andie, mas por algum motivo não o fez: perfeito! Kate Hudson está magnífica nesse filme, inclusive diria que sua interpretaçõ é irrepreensível. Criou uma Andie que conquista os olhos do espectador quando entra em cena; ao mesmo tempo em que ela irrita Ben, ela nos fascina e nós acabamos torcendo para que sua personagem consiga aquilo que quer. Kate Hudson sem dúvida é uma das atrizes mais promissoras do cinema, já que não é apenas bela, mas também talentosa. E muito!

Mathew McConaughey também está ótimo, numa interpretação muito boa. Ambos os atores principais me surpreenderam e a história que vivem é, no mínimo, hilária. A transformação de Andie-a-moça-séria para Andie-tosca-demais é extremamente engraçada e eu ressalto a cena em que ela invade o Dia dos Meninos, que Ben, seu namorado, organizou para jogar baralho com seus amigos. A química entre os atores funciona maravilhosamente bem; por vezes torci para que eles fizessem mais filmes junto, embora saiba que a repetição estereotipa o ator.

Se pudesse, sugeriria a todas as pessoas esse filme. É muito bom! O humor é dosado, nada de piadinhas bestas em qualquer momento, nada de atuações forçadas, com intençõ direta de te fazer rir ou chorar. Tudo é muito espontâneo (alguém ousa dizer que Kate Hudson não ri tão espontaneamente que nós mesmos queremos rir com ela?) Há um ponto fraco no filme? Claro que sim! Em todos ele acontece… Em "Como Perder…" o ponto fraco é o fim, que, embora seja previsível (qual é, galera, isto é uma comédia romântica!), poderia ser melhor trabalhada,  mostrando mais sobre o que aconteceu após eles terem ficado juntos. Os 110 minutos de filme são quase imperceptíveis. Vão imediatamente alugá-lo e conferi-lo. Duvido que vão se arrepender.

Luís

 

criado por Luís/Renan    19:23:57 — Arquivado em: Filmes

domingo, 6 de abril de 2008

O LEÃO, A FEITICEIRA E O GUARDA-ROUPA.

Para a crítica de hoje, chamamos um colega nosso que se interessou por participar dando a sua opinião a respeito do primeiro livro sobre o mundo de Nárnia. Decidimos chamar então o Rene, já que ele leu todos os contos e assim como nós, também gosta de livros e filmes.

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The Chronicles of Narnia: The Lion, The Witch and the Wardrobe, 1950.

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Olá… Meu nome é Rene Filipe Spatti (adoro fazer apresentações, mas o espaço é curto e me contento apenas apresentando meu nome) O Luis me designou para fazer a critica das 7 histórias das crônicas de Nárnia pelo fato de Eu já tê-las lido… Adoro ler (tenho em casa uma pequena e modesta coleção composta por aproximadamente 60 dos melhores livros que se tem noticia) e agora experimento a sensação de criticar as obras… Mas, não estou aqui para falar de mim, logo, vamos às criticas:

Bem…. Quando vi o trailer do primeiro filme “as crônicas de Narnia” em 2005 logo fui a uma livraria comprar o Livro para lê-lo antes de assisti-lo. Uma das melhores coisas que fiz nesse ano.

A versão do livro que comprei é a obra toda em um único volume, e não segue a ordem original de publicação… A disposição dos contos apresentada por esse volume facilita a compreensão da historia, mas a ordem de produção dos filmes obviamente seguiu a de publicação… Sendo assim começaremos as criticas pelo conto lançado em 1950 (O leão, A Feiticeira e o Guarda-roupas). C.S. Lewis (autor de livro) tenta, através deste livro, levar às pessoas (principalmente crianças) de forma indireta a historia que conta o final do novo testamento da bíblia, para isso ele usa algumas representações como: O Guarda-roupas = a passagem para o mundo espiritual, A Feiticeira branca (Jadis) = A tentação do Homem (satanás), Aslam = o próprio Jesus cristo, a traição de Edmund = a traição de Judas Iscariotes, Peter = Pedro(da bíblia), Lucy e Susan (após a morte de Aslam) = as duas primeiras mulheres a verem Jesus ressuscitar,O ato de Aslam se entregar para salvar Edmund e a sua Morte = respectivamente: a redenção de Jesus e seu sacrifício, e por fim a ressurreição de Aslam = a ressurreição de cristo.

Contada de um modo emocionante e vivida por 4 crianças no período da segunda guerra mundial, a historia narra o momento em que estas crianças são obrigadas a deixar sua casa para ficar em uma mansão na área rural, longe dos bombardeios, e aí encontram uma passagem que as leva para um mundo cheio de mistérios e aventuras. Nesse mundo eles acabam sendo as peças-chave para acabar com uma guerra e um inverno rigoroso que dura 100 anos, viram reis e governam Narnia durante muitos anos, porem um dia em uma caçada eles encontram a passagem de volta e saem na sala do guarda-roupa, no mesmo momento em que tinham saído de lá a ultima vez já que o tempo em Narnia passa milhões de vezes mais rápido que nesse mundo. A historia é contada de um modo que prende o leitor ao livro e faz este ser levado junto e respirar os ares de Narnia. Vendo pelo ponto de vista religioso o livro é excelente já que conta o final do novo testamento de um jeito interessante e agradável.

Mas para pessoas que como Eu que não são ligadas à igreja é possível ler a obra completamente sem ver pelo lado religioso, tendo em mãos uma crônica que preserva todos os ideais dos contos de fadas começando inclusive com um saboroso “era uma vez…” e é recheado de criaturas fantásticas e reviravoltas colossais nos acontecimentos que fazem o leitor sentir-se tentado a ler contos como os dos Irmão Grimm.
Aqui está uma sugestão de livro para você ler… Só para marcar:  AS CRÔNICAS DE NARNIA: O LEÃO, A FEITICEIRA E O GUARDA-ROUPAS.

Rene

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criado por Luís/Renan    23:33:03 — Arquivado em: Críticas Especiais, Livros

HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA

Para contribuir com o Blog e continuar a opinar sobre a saga do bruxo provavelmente mais famoso do mundo, Nivea vem mais uma vez aqui. Durante toda a série, como convidada especial, a Nivea vai colaborar conosco enviando as suas críticas sobre os livros.

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Harry Potter and the Chamber of Secrets, 1998, 288 páginas.

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“Harry Potter e a câmara secreta” é, na minha opinião,um dos livros mais engraçados da série. Não sei se alguém tem a mesma opinião que eu, mas dá até pra ficar com raiva do elfo doméstico Dobby.Quase matando Harry na tentativa de salvá-lo e adorando-o mesmo não podendo,a criatura consegue me tirar do sério.Mas eu sinto falta dele no 4º e 5º filme.Lógico que, quando li o livro,imaginei um elfo totalmente diferente do criado por Chris Columbus ( ou quem quer que tenha imaginado Dobby daquele jeito) ,diretor dos dois primeiros filmes.

Tem partes do livro que chegam a ser hilárias. Quando Harry diz para Duda que ele esqueceu a palavra “mágica” (por favor) e os tios quase morrem;quando Harry vai para A Toca e Gina não tem coragem nem de olhar para a cara dele e, só para citar mais um (o livro todo é cheio de partes cômicas),o dia dos namorados é de chorar de rir.Gina manda um cartão cantado e o anão que entrega fala “Arry Potter” .Eu já ouvi muitas pessoas falando desse jeito,então eu realmente achei muito engraçado.Pena que, para variar,essa cena não aparece no filme.

Voltando a falar das criaturas mágicas do filme,não se pode dizer que a Fênix é um animal lindo, e o basilisco se parece com tudo,menos com uma cobra.

Nivea

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Como o Renan não demonstrou grande interessante por continuar a fazer críticas sobre a série Harry Potter, comentando sobre o primeiro livro, então eu darei continuidade às críticas que deveriam ser feitas por ele. Bom, quanto a esse livro, acredito que como a Nivea disse, este seja um dos livros mais divertidos da série, embora haja muito que equilibre o humor com o pesar.

Logo no começo, não há como não nos sentirmos felizes por Harry, que agora pode usar palavras mágicas falsas a fim de impedir os Dursley de atormentá-lo; ocorre, no entanto, acontecimentos estranhos, como o surgimento de Dobby, uma carta de repreensão e o fato e os tios e o primo de Harry terem descoberto que ele não pode usar magia fora de Hogwarts. Segue-se uma série de confusões, até que Harry chega à escola. E como se a situação já não tivesse sido complicada no começo, fica ainda mais quando pichações misteriosas surgem ao meso tempo em que alunos são atacados por um desconhecido que os petrifica e Harry é descoberto como ofidioglota.

Nesse segundo livro, começamos a entrar mais a fundo no mundo HP. Surgem conceitos que serão importantes para os próximos livros da série, como o que é um aborto, qual a história da fundação de Hogwarts, além de algumas descobertas citadas no primeiro livro da série e também nesse. Há a descoberta do porquê Hagrid foi expulso e há bastante aventuras, sendo que o trio de estudantes bruxos, Harry, Rony e Hermione, infringem inúmeram regras para realizar aquilo que querem a fim de descobrir a verdade. Interessante que Hermione se mostra realmente disposta a ajudar os amigos, mesmo que isso signifique enfrentar problemas potenciais, como roubar ingredientes do armário de Snape.

O que torna divertido esse livro é o grande mistério acerca do que ataca as pessoas; decididamente, um dos personagens mais irritantes é o novo professor de Desefa Contra as Artes das Trevas, que insiste em se mostrar superior, embora seja visível sua falta de capacidade para se fazer coerente, já que seus livros dizem que ele, Gilderoy Lockhart, é o aturo de atos heróicos, mas em sala de aula ele se mostra completamente incapacitado, além de perseguir Harry com insinuações ridículas de que o garoto quer atenção em demasia. Importante também atentar para os vários detalhes e “cenas” que o livro mostra, pois alguns são fundamentais para a compreensão dos próximos livros da série.

Sem dúvidas, é um livro recomendável! É quase desnecessário dizer isso, já que essa é uma das séries de maior repercussão e, embora eu seja contra modismos, devo admitir que Harry Potter realmente vale a pena. E conforme lemos um novo livro, a história fica cada vez mais interessantes e nós vamos cada vez mais a fundo dentro do mundo mágico.

Luís

criado por Luís/Renan    23:20:21 — Arquivado em: Críticas Especiais, Livros

quarta-feira, 2 de abril de 2008

O Albergue 2

Hostel 2, 2007, 93 minutos.

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Esse filme é tão interessante quanto o primeiro embora haja inúmeras diferenças entre eles. Os personagens do outro filme - ou melhor, o único personagem sobrevivente do outro filme - estão presentes nessa segunda produção, seja por menções, fotografias ou mesmo para corrigir erros quase imperdoáveis do primeiro filme.

Lembrança da minha crítica sobre o primeiro filme? Eu disse que achei muito estranho a falta de desorganização daquele matadouro em relação às pessoas, já que o torturado escapou com uma facilidade imensa. Nesse filme, ele volta, desta vez a fim de deixar claro uma coisa que não existia no filme anterior: ninguém sai daquele indústria de morte vivo. Nos primeiros minutos vemos cenas bem inteligentes, mostrando o destino de Paxton, o sobrevivente, que, por ironia, não sobrevive de fato.

As personagens dessa trama são, de alguma forma, mais maduras que os rapazes barulhentos. Há diálogos mais inteligentes e não presenciamos 30 minutos de escândalos sexuais; as personagens, assim como os rapazes de O Albergue, são induzidas a uma viagem cujo término nós já sabemos qual é. É interessante reparar que nesse filme, nós testemunhamos alguns acontecimentos que não sabíamos, como a forma que eles traficam as pessoas e o envolvimento que surge entre o comprador e o futuro torturado. O Albergue 2 interliga os personagens - lembram-se da loira e da morena que induziram os rapazes ao albergue? - pois bem, agora sabemos que todos tem uma ligação, um conectivo (atentem para as fotografias mostradas).

Eu recomendo esse filme, sim. Acho que, de alguma forma, a violência nesse filme é mais bem explorada, não tão apelativa quanto no primeiro em que os 30 minutos finais são só de sangue. Em O Albergue 2 há seqüências interessantes - inclusive um banho de sangue, literalmente -  e ao final, nós percebemos que não é plausível um terceiro filme. Tudo que havia para sermostrado, já foi exibido nessas duas produções.

Luís

criado por Luís/Renan    18:08:09 — Arquivado em: Filmes
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