Literatura e Cinema

“Sem correr no corredor, Nancy” - Freddy Krueger, em A Hora do Pesadelo.

sábado, 28 de junho de 2008

O Concorrente

The Running Man, 1982, 300 páginas.

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Nunca havia ouvido falar sobre esse livro até vê-lo em uma estante, numa livraria. Não pensei duas vezes antes de comprá-lo. Stephen King escrevendo como Richard Bachman poderia não ser muito bom, mas eu já havia lido um livro de Bachman e gostei bastante, então, por que com este haveria de ser diferente? Não haveria, é claro. O livro é curto, apenas 300 páginas, e eu o li em três dias.

 

A história se passa em 2025 (o livro foi escrito em 1982), embora se pareça demais com a época em que vivemos. Narra a vida de Ben Richards, um homem casado com uma filha doente, morrendo de gripe. Não tendo um emprego, cabe à esposa a tarefa de conseguir dinheiro para comprar os remédios da filha. Então, numa última e desesperada tentativa de conseguir grana, Richards se inscreve num programa de TV chamado O SOBREVIVENTE. Tudo o que ele tem que fazer é se manter vivo por 30 dias, sem ser pego nem morto. Parece uma história meio boba, mas a narrativa deixa o leitor curioso do início ao fim e cada vez que temos que fechar o livro, sentimos vontade de deixar qualquer que seja o compromisso de lado para continuar lendo.

 

Para as pessoas que já leram A Maldição do Cigano, um livro que King escreveu como Richard Bachman, perceberão inúmeras semelhanças entre as narrativas desses dois livros e verão que King não é o mesmo quando escreve sob o pseudômino. Nesse romance, há uma teia de personagens detestáveis, mas também há aqueles que detestamos por um tempo e gostamos depois. Algo que achei muito interessante em O Concorrente é o fato de "presenciarmos" atitudes brutais por parte de Ben Richards e mesmo assim ainda ficarmos do seu lado, percebendo quanto foram racionais as suas ações. Em momento algum, eu me permiti ficar contra ele; uma personagem interessante que participa da trama é Amelia, que é contraditória às suas próprias vontades, ora atrapalhando Ben em sua fuga, ora ajudando-o.

 

Interessante perceber que vivemos 17 anos antes dos eventos narrados nesse livro, mas nos encaixamos muito bem no perfil de ser humano que inspirou o autor a criar tais pessoas: somos sádicos, indiferentes, fúteis e, principalmente, influenciáveis. Esse livro deu origem a um filme chamado O Sobrevivente, com Arnold Schwarznegger; confesso que acho inimaginável esse ator dando vida a um personagem de King e também penso que ele não tenha feito um bom trabalho, já que o acho meio limitado no quesito psicológico; apenas é bom se tiver que correr, proferir algumas poucas palavras e dar tiros, como em Exterminador do Futuro.

 

E o final, bom…apesar de ser como é, é totalmente coerente e até mesmo desejável. A estrutura do livro é bem organizada, sem flash-backs, sem fantasmas, se maldições e sem espíritos. O que há é apenas um homem lutando contra o tempo por uma causa justificável. O livro é totalmente recomendável e é uma boa opção para aqueles que nunca leram nada de SK e estão a fim de ler alguma obra do autor.

Luís

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Eu nunca li um livro do Stephen King antes desse, apenas vi o filme "O Cemitério Maldito" (filme já comentado aqui), e percebe-se claramente q King tem o dom pra escrever histórias de terror e suspense. Quando o Luís me disse que esse não era assim me assustei, e resolvi ler. Garanto, é muito bom!

 

É uma história no gênero "O Código da Vinci" (não em temas religiosos, mas na "corrida") e "A Lenda do Tesouro Perdido", só que a busca é pela sua vida e pelo dinheiro que essa corrida o trará. A história se passa em 2025, quando as pessoas não tem mais vida própria e dependem da televisão e seus jogos macabros que envolvem a vida das pessoas, para se divertirem; também há muita pobreza, já que muitos não tem trabalho. E na televisão há um programa "O Sobrevivente" no qual as pessoas fogem, e a cada hora ganham dinheiro, mas quando são pegas, são mortas. É nesse ambiente que Ben Richards foge, para ganhar dinheiro para sua filha.

O ritmo do livro é rapido, fazendo com que você o leia com rapidez, e também há Amelia, uma personagem que aparece mais pro final da história, e você acaba se apegando a ela, pois, mesmo sem entender de toda a história, ela confia em Ben e faz o que pode para ajudá-lo. Sem dúvida vale a pena lê-lo

Renan

criado por Luís/Renan    20:31:45 — Arquivado em: Livros

sexta-feira, 27 de junho de 2008

O Novo Mundo

The New World, 2005, 135 minutos.

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É a história de Pocahontas em forma real, e extremamente chata. Historicamente é a história da colonização dos Estados Unidos, quando os britânicos, entre eles John Smith (um prisioneiro) vão fundar uma colônia nos Estados Unidos. Ele vem para ser morto, mas depois acaba virando capitão e se apaixona por uma india (sem nome, mas depois recebe o nome de Rebecca), depois de um longo tempo de filme ele vai embora para Inglaterra deixando Rebecca. Depois aparece um homem que faz Rebecca se apaixonar por ele, e juntos vão para Inglaterra, Rebecca com um filho já. Smith aparece pedindo perdão e ela o recusa.

Como eu disse lá em cima, é muito chato e cansativo, são 135 minutos (2h15m) de duração, que parecem 3h, não há muitas falas, nesse filme se fala mais pelos movimentos dos atores, falando assim parece lindo, mas não é, e confesso que teve partes que passei mais rápido por conta da chatice causada pelo filme. Bom…eu li uma critica desse filme e acho que é totalmentente verdadeira:
"E, já aviso ao público que o filme é lento e possui um visual impressionista que marcará para sempre os amante do cinema. Ou seja, não é filme para a geração pipoca. É produção para quem gosta do verdadeiro cinema. Um filme poético como pouco se ve na sétima arte."

Lendo isso, presumo que sou da geração pipoca, e não gosto do verdadeiro cinema. Filme não recomendável!

Renan

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criado por Luís/Renan    14:28:01 — Arquivado em: Filmes

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Encantada

Enchanted, 2007.

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Filme da Disney que nos retorna a infância, ao mesmo tempo tem uma história que pode ser assistida por todas as idades, além de ser uma espécie de musical, algo em alta hoje.

É a históra de Giselle, que vive no seu reino encantado, cheio de animais fofos, príncipes e etc. Quando ela é salva por seu príncipe dos sonhos, imediatamente eles se casam, mas Edward tem uma madrasta que não quer perder o trono e manda Giselle para o mundo real (toda essa primeira parte é feita em desenho). No mundo real, Giselle descobre que os amores não são como em seu mundo, e descobre um novo príncipe Robert, que acha que Giselle é louca, mas sua filha acredita que Giselle fala a verdade ao dizer que é uma princesa.
Bom…como um conto de fada você deve supor o final.

Com certeza esse filme é pra família.  As músicas são legais e você acaba se envolvendo nelas, e também se apega aos personagens e à causa de Giselle O desenho da primeira parte é muito bem feito. Vale a pena ver.

Renan

criado por Luís/Renan    17:03:01 — Arquivado em: Filmes

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Tropa de Elite

Tropa da Elite, 2007, 118 minutos.

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Bom…é o filme que todo brasileiro viu…ganhou prêmios, e até o Urso de Ouro, no Festival de Berlim, mas na minha opinião não é um filme que mereça tanto prestígio.

O filme conta a história do BOPE, mais especificamente de Neto e Matias, dois colegas que resolvem entrar para a policia, e ficam indignados, com a corrupção que existe lá, pois os dois são fiéis e honestos. Dai vem a idéia de entrar para o BOPE, um grupo íntegro. Ao mesmo tempo Capitão Nascimento (chefe do BOPE), quer arrumar um substituto, que tenha honra e seja honesto. Os dois entram de cabeça no BOPE, mas como qualquer filme sempre aparece problemas no caminho.

Não se pode falar que não é um filme real, pois sabemos que acontece aquilo nas favelas brasileiras. Mas transformaram um bom tema (meio desgastado até) em um filme ruim, talvez não ruim de um todo, mas não é bom. É um filme que marca pelo lado negativo, ou talvez as pessoas com suas mentes ocupadas não queiram ver o que realmente acontece.
Mas não podemos falar mal das atuações, que são realmente boas, dando ênfase ao Capitão Nascimento, e seu drama familiar. O filme marcou o brasileiro com frases como "Pede pra sair" e o Rap das Armas. Há cenas marcantes como a que eles põe fogo no cara. Bom… assistam uma vez e tirem suas conclusões, mas particularmente não recomendaria.

Renan

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Confesso que não entendi o porquê de tanto enfoque no fato de o Brasil estar produzindo um filme que retrata "a vida real" nas favelas. Muito expectativa, muita mídia, muitos anúncios; então, somos surpreendidos com um filme como este, que propagou frases de cunho marginal e uma música pavorosa!

Não sei o que fez tanta gente gostar desse filme. Acredito que o principal problema não é a podridão do filme, mas sim as pessoas que o idolatram. O grande problema do Brasil é insistir em mostrar sempre o lado negativo das situações - e o mais incrível é que são só esses filmes que ganham prêmios - , fazendo com que o Brasil seja sempre visto com maus olhos pelas pessoas que não tem noção de como é viver aqui. Daí, tomando como exemplo filmes como Tropa de Elite e Cidade de Deus, os estrangeiros resolvem filmar verdadeiras pérolas, com Turistas, enfatizando um lado também negativo do Brasil. Não podemos negar que os produtores desses filmes sabem a fórmula de fazer dinheiro: juntar num único filme atores bons, muita violência, um bordão usado à exaustão e exagerar nas doses de "vida real".

Não posso deixar de negar que as interpretações são boas; Wagner Moura é um dos grandes nomes da atualidade e não fez feio ao interpretar seu personagem. Mas achei inútil todo o seu trabalho, afinal, eu jamais sugerirei a alguém esse filme só por causa da forma como o ator atuou. Também penso que nós, brasileiros, não precisamos de filmes com esse teor. Nós já convivemos com a realidade, sabemos o quanto há corrupção na polícia, na cadeia, sabemos sobre as milícias e todo o esquema de crime organizado que existe; então, pra quê mais disso?!

Enfim, o filme não é bom. Há violência em demasia, algo que é totalmente injustificável, que não acrescenta nada ao filme. Esse tema já está um pouco gasto, mas mesmo assim era possível que se fizesse uma boa produção, mas o resultado é porco e infeliz. Àqueles que querem saber o que acontece no Brasil, sugiro que assistam. Àqueles que preferem filmes que sejam mais produtivos, sugiro que procurem outros na locadoras, como Se Eu Fosse Você, A Partilha ou Jogo Subterrâneo.

Luís

criado por Luís/Renan    23:18:50 — Arquivado em: Filmes

domingo, 22 de junho de 2008

VALENTE

Apesar de já ser o responsável pelas críticas da série As Crônicas de Nárnia (livros), Renan e eu resolvemos chamar o Rene para uma crítica sobre esse filme.

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The Brave One, 2007, 119 minutos.

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Enquato não vemos sombra da minha próxima critica das crônicas de Nárnia, me convidei a fazer a crítica desse filme que assistimos hoje.  INTODUÇÂO: O filme me irritou no começo com aqueles cortes que indicam tempo a cada dois segundos, mas daí eles pararam. E o nome tambem é meio “feínho”.  HISTÓRIA: O fato de uma simpática contadora de histórias numa rádio ter virada uma assassina em série que mata bandidos é um tema muito interessante para um filme que eu nunca tinha visto antes. ATORES: O papel principal é muito bem representado, assim como o policial que acompanha ela. A atuação do namorado dela no começo da história não dá para ser julgado porque ele nem aparece direito, o cachorro aparece mais e é um excelente ator! QUALIDADE: As cenas são muito reais também, não é uma coisa falsa como normalmente se vê por aí. Falta um pouco de nexo, já que em um dos assassinatos a policia não descobre a identidade do assassino, mesmo ela tendo colocado a mão em toda a estrutura do carro e deixado suas digitais lá. Eles descobrem quem é por um método mais difícil já visto antes no livro “Ponto de Impacto” (ela é descoberta basicamente pelo barulho que o elevdor reprouz enquanto ela fala no celular com o policial, no livro isso acontece por um relógio de pêndulo). FINAL: Surpreendente! Adorei a atitude do policial e a dela são demais, só queria saber se a Chloe fingiu esquecer a mulher que a salvou ou se realmente não lembrava! RECOMENDAÇÃO: um filme que realmente vale a pena assistir.

Rene

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Não lembro se foi este semestre ou semestre passado, mas eu fiz uma lição que envolvia uma resenha de uma matéria de uma revista; a matéria que eu escolhi falava sobre filmes e este era debatido. O tema em questão era: porque filmes de suspense com mulheres como protagonistas lucram menos que os filmes com homens como papel principal. Àqueles que pensam que só por haver uma mulher no papel-título, digo que estão enganados ao subestimar o filme. Esse é um caso desses.

Erica Bain é uma mulher que é agredida junto com o namorado enquanto passeavam com o cachorro; ela vê o noivo morrer, mas, feliz ou infelizmente, sobrevive a ponto de viver com medo de sair de casa e ser agredida novamente. No entanto, para curar seu medo, ela compra uma arma e descobre dentro de si uma outra pessoa, capaz de fazer loucuras a fim de que seja possível fazer justiça.

Esse é um filme bem trabalhado. É possível para o espectador entrar no mundo psicológico da personagem, sentindo-a a cada instante e torcendo para que ela se sinta vingada. Acredito que o fator mais importante para o filme é a interpretação da atriz principal, Jodie Foster, que transforma sua Erica Bain numa mulher contraditória, digna de pena e ao mesmo tempo, muito corajosa. A relação estabelecida entre ela e o policial é interessante, embora ocorra uma envolvimento muito rápido na minha opinião. Não posso deixar de comentar que a maquiagem e a realidade expressa nas cenas são um grande feito para o filme, cujo elenco é bom e convence. Outro ponto positivo é o foco do filme: Erica não cria um guerra com o mundo, não se torna o Rambo nem tem uma metralhadora capaz de furar a crosta terrestre; pelo contrário, sua luta é interna, consigo mesma. Ocorre a dúvida entre estar do lado certo ou errado, entre vingar-se e fazer justiça.

Não comentarei os pontos negativos porque o Rene já o fez; apenas acrescentarei que é interessante atentar para o fato de que ela dá 3 tiros por pessoa que mata (no filme todo ela mata sete ou oito pessoas) e nunca recarrega seu revólver. Achei plausível a indicação ao Globo de Ouro que Jodie recebeu por esse filme. Algo que achei interessante a respeito desse filme foi um nome, que é citado uma única vez: Sterling. Talvez seja só uma impressão, mas acredito que seja uma referência ao filme O Silêncio dos Inocentes, do qual Jodie Foster participou e recebeu o Oscar de Melhor Atriz pela sua interpretação; sua personagem no filme chama-se Clarice Starling.

Enfim, eu recomendo o filme, porque vale a pena. Há momentos de tensão, de drama, de absurdos. [SPOILER] Não posso negar que o final causou um sentimento contraditório em mim, afinal, eu gostaria que ela terminasse bem, mas quando isso aconteceu, eu tive a sensação de que foi um final digno de filme-Sessão-da-Tarde! [SPOILER]. São duas horas que te fazem entrar no mundo da personagem e vivê-lo, tal como se estivesse no filme. O que torna o filme tão bom são as interpretações somadas à boa direção; o roteirista fez um bom trabalho e eu não acredito que esse remake seja inferior ao original. Enfim, totalmente recomendável.

Luís

criado por Luís/Renan    23:50:22 — Arquivado em: Críticas Especiais, Filmes

sábado, 21 de junho de 2008

Desventuras em Série: O Espetáculo Carnívoro

The Carnivorous Carnival, 2002, 286 páginas.

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Os jovens Baudelaire seguem escondidos para o Parque Caligaris, já falido e sem muitas atrações.Lá, eles têm que se disfarçar a fim de que Conde Olaf e seus parceiros não os percebam e, devido ao disfarce, são confundidos com aberrações e tratados como tal. Violet, Sunny e Klaus descobrem que nesse parque, Madame Lulu, a vidente, revela sempre a Conde Olaf onde as crianças estão e também revela inúmeras outras informações, que podem ser extremamente importante para os órfãos.

 

Nesse livro, há finalmente um maior esclarecimento sobre o que pode ser C.S.C e quais pessoas fazem parte disso. Há também uma informação mais densa sobre um possível Baudelaire ter sobrevivido ao incêndio. Nesse livro, os Bauldelaire têm conhecimento de alguns segredos ocultos, como o significado do olho que Olaf tem em seu tornozelo, a origem de todos os disfarces, uma "biblioteca" que pode revelar muito mais do que se pensa. Mas nesse livro também ocorre duas mortes e dois acontecimentos terríveis, embora um deles não seja tão ruim assim.

 

Como disse na crítica anterior, é muito bom que Esmé seja uma personagem tão presente na história quanto Olaf, afinal, ela é amais engraçada, apesar de ser uma vilã. As descrições de suas atitudes são muito hilárias, como quando ela entra no trailer das aberrações usando uma faixa com os dizeres "EU ♥ ABERRAÇÕES". Mas o melhor mesmo são as briguinhas bobasdela com Olaf porque ele promete dar presentes bons para os outros enquanto dá a ela algo que ela considera out. Nesse livro há muitas aventuras, mas, às vezes, a narrativa fica meio confusa, embora o livro seja bem legal e recomendável.

Luís

criado por Luís/Renan    20:59:17 — Arquivado em: Livros

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Happy Feet

 

Happy Feet, 2006, 98 minutos.

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Esse filme conta a história de Mano, um pinguim imperador. Onde ele vive, todos os pinguins sabem cantar e usam esse dom para atrair sua/seu parceira/o, com uma canção de amor. O problema é que Mano não sabe cantar, a única coisa que ele sabe fazer é sapatear, algo inadimissível para eles, essa situação fica tão chata para Mano que ele decide sair dali e se juntar a outros pinguins, uns que não se importam com o fato de ele ser diferente, além de serem muito mais engraçados que os imperadores.

Depois de tentar cantar, de tentar um plano para voltar para sua família, (que não dá certo), ele se aventura em algo muito maior, sem saber ele vai ao encontro de humanos, e acaba indo parar em um aquário, onde ele fica exposto. Ele tenta, e consegue mostrar o que realmente quer, mostrar que os pinguins estão passando fome sem os peixes que os homens levam.

Bom…esse filme tem lados bons e ruins. Em alguns momentos o filme fica extremamente cansativo, além da parte que mostra ele mudando o mundo ser muito rápida e meio perdida no filme. O lado bom é que passa as crianças mensagens muito legais como aceitar os diferentes e sobre ecologia, além da animação ser muito bem feita. Se você tiver pensando em alugar ou comprar esse filme, saiba que é legal, mas há melhores.

Renan

criado por Luís/Renan    23:47:54 — Arquivado em: Filmes

quarta-feira, 18 de junho de 2008

O Labirinto do Fauno

El Laberinto del Fauno, 2006, 112 minutos.

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É um filme totalmente psicológico. Conta a história de Ofélia, que se muda com a mãe para o campo pra ela (a mãe) viver com um oficial do exército Espanhol, pai do seu futuro filho. Naquela época, havia membros que resistiam à ditadura e se escondiam no campo, perto de onde eles estão. Ofélia descobre um labirinto ao lado da casa, e começa a percorrê-lo, no final dele acha um fauno (muito muito macabro), e ele diz que ela é a verdadeira rainha e tem que participar de três provas, e Ofélia vai atrás desse sonho, querendo no fundo sua liberdade.

Esse foi o melhor filme que eu assisti no ano passado (2007), a única coisa estranha é que é um filme espanhol e acho que ninguém está acostumado. Mas a história é muito boa, dá muito medo, os animais mitológicos são muito bem feitos, os atores atuam bem e etc. Repare que quando ela vai naquele bicho sem olhos e come uma fruta, foi quando sua mãe a deixou sem jantar, é tudo psicológico. Com certeza vale a pena ver.

Renan

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criado por Luís/Renan    18:30:31 — Arquivado em: Filmes

terça-feira, 17 de junho de 2008

Click

Click, 2006, 98 minutos..

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O filme conta a história de Michael que tem uma familia linda, mas nao tem tempo para eles, porque trabalha como um condenado na sua firma tentando subir de cargo, e só pode dar mais tempo a eles ou viajar com eles (coisa que ele sempre promente) quando tiver uma vida melhor
Um dia ele chega do trabalho, naquele vuco vuco de controles, nao acha o da TV, e vai a uma loja comprar um universal, e o vendedor garante que aquele pode mudar sua vida

Só que o controlemuda msm sua vida, com ele Michael, pode controlor tudo, como a velocidade, o tempo, pausar e etc, só que Michael, vicia no controle e com o tempo o programa passa a se programar sozinho, e Michael, ve sua vida acontecer sem participar dela.

Bom…acho que esse foi o ultimo filme que eu realmente tive vontade de chorar…de boa…é muito triste Não é um drama do começo ao fim, pois em 50% é comedia. Uma cena marcante é a que ele sai correndo atras do carro. Com certeza vale a pena ver.

Renan

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criado por Luís/Renan    07:06:47 — Arquivado em: Filmes

domingo, 15 de junho de 2008

Poderosa

Poderosa, 2006, 187 páginas.

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Poderosa conta a história de Joana Dalva, filha de uma professora de história (de onde surgiu seu nome - Joana D’Arc), ela tem 13 anos, e seus pais estão se separando, seu irmão é um mala e seu sonho é ser professora.

Como qualquer adolescente Joana estuda em um colégio e é lá que ela convive com Dannyele, sua rival, que dá em cima do mesmo garoto que Joana, o Luís Augusto. Até um dia que ela vai fazer uma redação sobre Joana D’arc, toda elaborada, sem muitos fatos históricos, em que Joana conseguiu sobreviver e etc. Seu Professor acha aquilo um insulto e dá zero para ela, mas no próximo dia, o jornal dá a noticia que pesquisadores descobriram novidades sobre Joana D’Arc, e Joana vê que tudo que escreveu em sua redação estava certo, depois disso ela vê que tudo que escreve acontece mesmo, mas tudo que ela muda tem uma conseqüência e por aí vai.

É aquele livro bobinho, mas quando não tem nada pra fazer vale a pena ler, pois é fino.

Renan

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criado por Luís/Renan    00:27:16 — Arquivado em: Livros
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