Literatura e Cinema

“Sem correr no corredor, Nancy” - Freddy Krueger, em A Hora do Pesadelo.

sábado, 30 de agosto de 2008

TRANSFORMERS

Transformers, 2007, 144 minutos

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Bom…é um filme no estilo de Homem de Ferro e etc, é baseado em quadrinhos em bonecos (segundo pesquisas, pois eu nunca vi), e sendo um filme de ação nesse estilo, você pode esperar muitos e muitos efeitos especiais.
É um ótimo filme como entretenimento e fez tanto sucesso que terá uma continuação, Transformers: Revenge of the Fallen”.

Quando assisti gostei muito do filme e vou classifica-lo aqui como "Alegria Momentanea" do tipo que quando você acaba de assistir da vontade de ter um daqueles carros que se transformam em robos e que podem copiar qualquer modelo de carro e talz…mas que depois de uma semana, você já esqueceu, e não acrescentou nada em sua vida.
Esteticamente o filme é ótimo, com atores e atrizes bonitos (Exceto o negro gordão ^^) com atuações bem convincentes, efeitos especiais impecaveis e uma estória de fácil compreensão.

Em resumo: Há anos, duas forças inteligentes alienigenas lutam pela posse do planeta deles, nessa briga o planeta é destruido e os robos se disfarçam e se espalham pela Terra, e é aqui que "cai" O Cubo, que é capaz de transformar eletronicos em robos…Depois dai é a famosa disputa do bem e do mal.

Aliado a toda essa ação o filme tras também cenas de humor que o tornam ainda mais agradavel.
Recomendavel.

Renan

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Transformers é o típico filme que causa impacto no momento, mas não é aquela produção que marcará gerações. No entanto, não se pode dizer que o filme seja ruim, pois não é. Há nesse filme todo o humor, ação e clima necessário para fazer um filme ir bem nas bilheterias e conquistar o público de alguma forma.

O tema alienígenas que invadem a terra é bem conhecido do público, já visto em filmes como Guerra dos Mundos e O Apanhador de Sonhos; misturado às máquinas potentes, também já vistas em Velozes e Furiosos, o filme se torna ação do início ao fim. A construção dos personagens é meio besta e precipitada, mas acabamos simpatizando com eles, apesar de eles serem os típicos americanos de filme: o cara meio bobo emio corajoso, a menina gostosa, os caras malvados. O interessante do filme é que os caras malvados não são apenas os homens maus, mas também as máquinas.

O que mais chama atenção para o filme são os efeitos especiais muito bem feitos; cada transformação de um alienígena em carro ou caminhão é um show a parte.Há, contudo, personagens que nada acrescentam à trama, como a loira inteligente e o negro gordo, cuja função é apenas prolongar o filme mais do que o necessário. Há um núcleo do filme que poderia, sem problema algum, ser removido. Senti também certa dificuldade em diferenciar algum dos personagens-carros, pois em alguns momentos, eles parecem todos iguais, exceto pelo Optmus Prime e pelo que veio do espaço há alguns muitos anos.

Em suma, é um filme interessante e assistível. Não há atores que concorreriam ao Oscar, até parece que tiraram os atores de uma versão infeliz de American Pie. Como eu disse, não é um filme que marcará gerações, mas é um filme que serve como um ótimo passatempo. Eu o recomendo, pois é uma diversão (quase) garantida.

Luís

criado por Luís/Renan    22:43:24 — Arquivado em: Filmes

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A.I - INTELIGENCIA ARTIFICIAL

Artificial Inteligence: A.I. , 2001,  146 minutos
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O que você espera de um filme de Steven Spielberg? Efeitos especiais?? História envolvente?? e tudo mais que ele possa trazer junto? É isso ae mesmo!

Dos poucos filmes que vi dele, esse é o unico que se aproxima do drama, e posso dizer que ele se saiu muito bem, claro com a "ajuda" da atuação dos atores que são muito, muito boas.
Principalmente a do garotinho (David), que consegue passar com muita clareza a idéia de uma máquina capaz de amar, e ele foi realmente bom na cena da piscina, naquela que ele come e tantas outras, outra que também se destaca é a mae dele, embora eu não consiga me lembrar dela em outros filmes. Ela passa aquele sentimento de mãe mesmo. Bom…e Jude Law? Ele não tem muita importancia no filme e acho que ele poderia ser trocado por um outro ator numa boa…não faz falta.

O filme retrata um casal que perde seu filho e resolve entrar em um programa para testar um robo que pode ter sentimentos humanos, e é ai que eles conhcem David. Depois de um tempo, seu filho biológico volta e com os pequenos conflitos que há entre eles, os pais resolvem devolver David, mas a sua "mãe" com dó, amor ou sei lá que sentimento resolve abandona-lo a destrui-lo e é ai que ele começa sua busca pela sua mãe

É um filme futurista, então temos que por a imaginação pra trabalhar e sem dúvida vale a pena ver, pelo menos pelas últimas cenas

Renan

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criado por Luís/Renan    21:34:04 — Arquivado em: Filmes

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

P.S., EU TE AMO

P.S. I Love You , 2007, 126 minutos

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Quando vi a sinopse do filme, imaginei que seria um misto da lentidão de A Casa do Lago, o drama de Ghost e o apelo de Um Amor pra Recordar, mas estava enganado. É um filme com características próprias, sem grandes referências a outros filmes; não temos a impressão durante as duas horas de filme que já vimos aquilo tudo em algum outro lugar.

 

Já pelas cenas iniciais, eu pude perceber que não seria a lenga-lenga costumeira dos filmes de romance água-com-açúcar. Já começa com certa carga dramática e ao mesmo tempo se revela um humor ameno, sem exageros. De repente, a vida da personagem principal muda quando seu marido morre. Mas as coisas parecem ainda não ter terminado, pois seu falecido marido deixa cartas que devem guiar a vida da viúva após a morte dele.

 

Os personagens do filme são engraçados. Atenção especial para Lisa Kudrow, interpretando Denise, já que a atriz é muito boa, embora seja vista com pouca frequência nos filmes. Não há grande destaque para Kathy Bates nessa produção, mas mesmo assim a atuação da atriz é muito cuidadosa e importante. Hilary Swank escapa dos papéis masculinos e interpreta uma esposa dedicada (e feminina!); todas as suas cenas são muito boas. Atentem para a cena em que ela canta no karaokê. É muito engraçada, assim como a cena que a segue. Não posso dizer que Hilary poderia ganhar um Oscar pela sua interpretação, pois não é para tanto. Ela defende bem o seu papel, mas não há de brilhante em sua atuação. Há comoção, é claro!, porque o personagem exige isso de alguma forma, mas não há um envolvimento emocional com o público como há no belíssimo Menina de Ouro.

 

É um filme recomendável, sim. E é diversão garantida; você vai se entregar à história de Holly e vai curtir por duas horas a estória do filme. Há personagens interessantes, outros nem tanto. Há personagens legais, e outros um pouco grudentos, mas nada que atrapalhe o desenvolvimento da estória. Um filme bom, mas não acredito que valha algum prêmio importante, como Globo de Ouro ou Oscar. Como eu disse, não há uma densidade espantosa nem algo tão dramático quanto há nos filmes pelos quais Hilary faturou a estatueta dourada, mas uma beleza agradável à sua forma. Assistam-no.

Luís

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Concordando com o Luís…Quando vi esse filme pensei que seria algo apelativo como "Um Amor para Recordar", lógico que é um filme triste, mas os produtores não fizeram dessa tristeza um filme chato, mas o transformaram em um drama com muitas cenas engraçadas.

Realmente só pela primeira cena se percebe isso, toda aquela briga e talz e depois "Meu amor, posso voltar?", deixa um clima ameno o transforma num filme para toda a familia.
Novamente citando…as cenas de comédia foram o que mais me surpreenderam no filme…a do karaoke e a cena seguinte (como citou o Luís) a cena do barco em que as tres ficam paradas com salva-vidas aberto e a cena do beijo entre ela e o Daniel ("Foi como se eu tivesse beijado minha irmã")

Sobre as atuações devo dizer que vou começar a prestar atenção no Gerard Butler (Gerry), já que antes de P.s: Eu te Amo e nem lembraria que ele fez outros filmes como 300 (Filme ruim) e Fantasma da Ópera (Irei assistir =D, mas gostei de uma das músicas), Hillary Swank está muito bem também, e gostei muito muito das duas amigas delas apesar de nunca ter visto elas ou pelo menos não que eu me recorde. Prestem atenção na voz do Willian, acho que aquilo foi o pior do filme ^^.

Com certeza é um filme recomendavel

Renan

criado por Luís/Renan    23:47:16 — Arquivado em: Filmes

sábado, 16 de agosto de 2008

O DIA DEPOIS DA AMANHÃ

The Day After Tomorrow, 2004, 124 minutos.

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É aquele filme, assim como Crash - No Limite, para se assistir na escola, mas assim também, como Crash, o filme é muito legal.

Pode ser que seja um filme feito para ser um sucesso, já que a história (Aquecimento Global), seja muito discutida, mas mesmo sendo um "cliche", o filme nos surpreende com os efeitos especiais (com excessão da cena dos lobos, que ficou besta, penso que deveriam por outro imprecilho no caminho deles), bem convincentes, que são essenciais, já que o mundo está acabando, as atuações na medida certa, sem aquele exagero "-Tenho que salvar meu filho, ele é tudo que eu tenho na vida - e sai correndo só com a roupa do corpo e com lágrimas nos olhos", mas junto com isso há cenas emocionantes, que você se pega com dó ou compaixão pelo pai ou pelo filho.
Há tambem pequenos pedaços que se voltam para o cômico, como na biblioteca, em que o cara diz achar uma seção de livros de direito que podem ser queimados, enquantos dois outros discutiam quais livros podiam ser queimados (eles precisavam ter fogo para se aquecer), e são essas pequenas cenas que tornam o filme menos denso.

Filme familia, recomendavel

Renan

criado por Luís/Renan    23:10:31 — Arquivado em: Filmes

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

GUERRA DOS MUNDOS

War of the Worlds, 2005, 116 minutos.

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criado por Luís/Renan    20:57:07 — Arquivado em: Filmes

terça-feira, 12 de agosto de 2008

CRASH - NO LIMITE

Crash, 2004, 100 minutos

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Merecido o "Oscar de Melhor Filme". Uma das coisas mais legais é a falta de um ou mais personagens principais (mesmo tendo no elenco estrelas como Sandra Bullock e Brendan Fraser), todos estão no mesmo plano e tem a sua vida enfocada igualmente nos momentos mais agitados, perturbados e dramáticos de suas vidas.

 

O filme se passa em Los Angeles e entre os personagens há um lojista de algum lugar da Ásia, um promotor e sua mulher, dois negros ladrões nas horas vagas, um policial novo com várias ideologias de um bom cidadão e vários outros que não me lembro. Outra coisa legal também, é que a história tem um tempo curto, não é coisa de um ano, e sim de dias.

Há muitas cenas marcantes no filme, e entre elas estão [SPOILER] a cena da morte da menina, que é muito, muito triste, fizeram um bom trabalho com essa cena, porque tem toda uma história por trás dela. A morte do negro no carro do policial, porque mostra toda uma mudança de comportamento que realmente ocorre com a sociedade…todos temos uma visão utópica, mas não sabemos como é estar frente a frente com certa situação. [SPOILER]

Com certeza vale a pena ver, e se for na escola (como foi o meu caso) assista-o de verdade.

Renan

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criado por Luís/Renan    22:33:30 — Arquivado em: Filmes

domingo, 10 de agosto de 2008

PECADOS ÍNTIMOS

Little Children, 2006, 130 minutos

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Filme bem legal.
Gostei bastante da atuação de todos os personagens…Kate Winslet, do "affair" dela, do qual não me lembro o nome, das 3 vizinhas fofoqueiras, do cara pedófilo, da mãe dele, até das crianças que fizeram seu papel com naturalidade.

O poster do filme pode te fazer pensar em um filme que contenha muita pornografia, e contem, mas é uma pornografia…hmmm…dramatica (não sei nomear essa pornografia, mas é diferente)
Achei também que a frase usada no poster("Neste mundo perfeito os segredos são ainda mais obscuros do que aparentam" )ficou bem legal e resumiu bastantes o filme, já que trata dos pecados intimos de várias pessoas, gostei bastante da parte que aquele policial aposentado salva o pedófilo depois de transformar a vida dele num inferno, gostei da cena em que o pedófilo entra na piscina, gostei de quando os dois principais estão no parquinho e eles se beijam, e etc.

Acho que a coisa mais ruim é a duração, 2h10min, não que seja muito, mas em um filme dramatico, o enredo é lento e te faz ter sono.

Muito recomendável, a não ser que seja noite e você esteja com um pouco de sono.

Renan

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Esse é um filme que vale a pena ser visto. O que há nessa produção é um conjunto de bom roteiro, boa direção e grandes interpretações. O filme ainda consta com nomes de peso, como Kate Winslet e Jennifer Connely, duas grandes atrizes. E "Pecados Íntimos" ainda foi indicado a três Oscar: Melhor Atriz (Kate Winslet), Melhor Ator Coadjuvante (Jackie Earle Haley) e Melhor Roteiro Adaptado.

 

O fio condutor desse drama é a frustração. Cada personagem tem um problema que o impede de ser totalmente feliz e busca nos outros uma forma de atenuar os seus desgostos com a vida. Há uma escritora cuja vida é limitada devido à filha pequena ao mesmo tempo em que seu marido recorre à internet para poder se satisfazer sexualmente; um outro casal se vê em uma desagradável situação, já que a esposa, fotógrafa, se esforça para poder manter a família, pois seu marido constantemente fracassa nos exames de direito; um policial persegue um ex-presidiário, condenado por pedofilia. Nesse enredo, os personagens acabam se juntando, se conhecendo, se envolvendo e, principalmente, se revelando.

 

O roteiro do filme é digno de uma indicação ao Oscar mesmo. Bem adaptado, cada situção acontece paralelamente a outra, sem causar confusão. A forma lenta da narrativa permite que nós simpatizemos com cada personagem, sendo eles instáveis, porque definitivamente todos o são em algum momento da narrativa. Em relação às interpretações, podería dizer que são muito boas. Kate Winslet realmente mereceu a indicação, porque faz com que sua personagem, Sarah Pierce, que se vê presa num relacionamento inconsolável, tenha uma presença admirável. Jennifer Conelly também se mostra muito bem nessa produção; Patrick Wilson, no primeiro filme a que asissto com esse ator, revelou-se numa interpretação boa.

 

As cenas que mostram o pedófilo são as mais ácidas: nelas há o drama de uma pessoa que enfrenta não somente o preconceito de toda uma cidade, mas também a forma infeliz que o desejo domina a sua vida, incapacitando-o de ter qualquer caso normal, sem que uma criança lhe venha à mente. Sua relação com a mãe, que o protege sempre das agressões de um policial, é muito falha, já que a mesma o ama absurdamente mesmo ele fazendo o que faz e ele não consegue retribuir da mesma maneira. Já Sarah e Brad se envolvem em promessas que são incapazes de cumprir, uma vez que tem a ideologia de uma vida melhor, mas não são capazes de abrir mão de suas vidas por algo que afeta as pessoas ao redor. Não conseguem, portanto, abrir mão da rotina em função da felicidade.

 

As cenas de pornografia que há nesse filme são cuidadosas. Não há vulgariadade, não há exposição desnecessária de corpos nem cenas pudicas, até porque as mesmas não cabem nesse filme. As cenas são bem trabalhadas e o longo período de tempo da produção é o suficiente para que que a trama se finalize sem exageros e sem faltar pedaços. O Renan destacou duas cenas; eu destacaria muitas outras, mas não o farei para não ficar muito extenso. Esse é um filme cuja essência é densa, não há espaços para perda de tempo nem conflitos supérfluos. Cada ator faz sua parte, sem exageros, na medida certa, e a escolha por centrar toda a estória num subúrbio, onde as pessoas não são tão ricas nem tão pobres, faz com que nós sintamos que temos um ligeiro conhecimento da situação de vivência de cada um.

 

Acho que o título nacional tem a ver com a estória dessas pessoas, mas o título original é mais subjetivo e muito mais interessante. Little Children, ou "Pequenas Crianças", brinca com a situção da vida de casa personagem: todos, em algum momento, se comportam como crianças, ou mesmo estão ligados a uma criança, como é o caso de Sara e Brad (que se encontram por levar seus filhos pequenos para brincar no parque); o pedófilo e a mãe (que o trata como trataria uma criança); o marido de Sarah, que não é maduro o suficiente para se abrir para a esposa, etc. Cada personagem, na verdade, é uma pequena criança, incapaz de amadurecer mentalmente, sofrendo então por causa disso. Não acredito, contudo, que "Pequenas Crianças" seja um título impactante, portanto, a escolha pela adaptação do original foi bem feita. Assistam-no. Vocês não vão se arrepender, mesmo o filme sendo um pouco longo. Não o assistam se estiverem com sono, pois podem acabar dormindo (não que seja culpa do roteiro) e perder um ótimo filme!

Luís

criado por Luís/Renan    17:00:13 — Arquivado em: Filmes

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

ELA É O CARA

She’s the Man, 2006, 105 minutos.

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Filme meio bizarro, estilo comédia romântica. É a história de uma garota que ama jogar futebol, mas como é um esporte muito masculino ainda, ela não tem muitas chances no meio feminino. Seu irmão, ao contrário dela, gosta da vida boa, mas tem que ir para a faculdade, onde um time de futebol o espera. Sua irmã então, toma o seu lugar, se caracteriza de homem e vai para a faculdade, disputar com "um" igual. Ela é meio destreinada, mas joga bem.

 

Lá ela se apaixona por um garoto, que ocupa mais da metade do filme, e é nesse longo tempo que estão as poucas cenas legais do filme.
Você fica pensando como seria estranho uma pessoa achar que está gostando de alguém do mesmo sexo, mas a outra pessoa é do sexo oposto e não pode revelar. Entre essas cenas estão tambem a cena do absorvente interno, onde ela o põe no nariz, a da barraca do beijo e outra em que a menina levanta a blusa e o irmão dela abaixa a bermuda.

As atuações são um tanto precárias, principalmente a da menina, que com suas caras e bocas exageradas, fazem parecer que ela terá um derrame ou um ataque cardiaco no campo, e consegue ferrar o filme. A caracterização dela também é bem ruim, ate os negões de "As Branquelas" são mais convincentes que ela. Assistível se não houver nada, mas nada melhor.

Renan

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Devo concordar com o Renan que a caracterização de Sebastian, que na verdade é Viola, é péssima. Qualquer pessoa, mesmo míope de um olho e semicega do outro, poderia ver claramente a metros de distância que aquela pessoa é uma mulher, não um homem! E o pior de tudo é afrontar a inteligência do espectador, tentando fazer com que nós acreditemos que o povo acredita que Viola é Sebastian.

 

As atuações do filme realmente são precárias, mas eu acho que seria realmente assim que uma pessoa americana tão apática como Viola agiria: de forma insossa, sem temer algumas consequências e, ao mesmo tempo, sem fazer qualquer extravagância a ponto de destruir certos limites. Nem sequer consigo me lembrar dos outros atores, afinal, são tão medíocres que caem no esquecimento rapidamente.

 

Não me lembro de cenas engraçadas, apesar de o filme ser uma comédia. Achei patética demais a cena do absorvente interno e o filme todo se desenrola sem grandes acontecimentos. Desde o princípio já sabemos como as coisas vão acontecer e o roteiro não se mostra em nenhum momento surpreendente.É um filme assistível, embora cinco minutos a mais na locadora fariam com que você encontrasse, pelo menos, seis filmes melhores.

 

Acredtio que a atriz tenha assinado um acordo para fazer uma trilogia tosca de filmes já que foi lançado Ela é o Cara e pouco depois lançou Ela e os Caras; provavelmente, haverá um terceiro para completar a sequência com um título horrendo como Ela Tem Caras (sendo um título bem ambíguo, a fim, talvez, de surpreender). O final…bem…você já sabia como seria nos primeiros dez minutos do filme. Ou seja, esse é um filme sem grandes atores, sem nenhum roteiro, sem um fluxo bom de cenas e é totalmente previsível. Eu preferiria assistir A Múmia: Tumba do Imperador Dragão a assistir Ela é o Cara, mas você pode fazer a sua escolha.

Luís

criado por Luís/Renan    22:17:29 — Arquivado em: Filmes

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A MÚMIA: TUMBA DO IMPERADOR DRAGÃO

Essa será nossa primeira crítica tripla, e quem nos ajudará será a Joice , que já participou aqui com: "A menina que roubava livros"

The Mummy:  Tomb of the Dragon Emperor, 2008, 112 minutos.

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Vim dar minha contribuição =D
Então.. é simplesmente a PIOR continuação (parte III) que eu já assisti ¬¬* …fala sério, pra começar perderam totalmente o espírito que o 1º trazia, aquele sentimento de arqueologo que eu, como estudante de história tenho, e que na verdade, todo mundo tem um pouco. Depois a Rachel Weiz não faz a Evy, e meewwww!!! Se ela não faz a atriz principal, eles não deviam nem ter gravado… mas enfim, é ano de olimpiadas, ná China né, então.. somemos 2 + 2. Cara, aquela substituta foi totalmente horrivel! Ela parece mais uma babá um tanto quanto macabra, não rolou a menor quimica entre ela e o Fraser, e que que foi essa tentativa de transformar o filme em comédia!?
A história se passa em 1946, no pós 2º guerra (apesar do filme parecer se passar em 1996), onde o general de uma China moralmente destruída tenta ressucitar o único comandante que pareceu ter dado conta do recado. Enfim, o Alex (já bem grandinho) é o responsavel por desenterrar o tal imperador. Daí o resto é basicamente a luta dos O’Connell pra tentar matar a múmia ressucitada. O problema do filme é que eles pegaram frases que marcaram os 2 outros longas como Fraser dizendo: "Eu odeio essas múmias" e usaram de novo, e de novo, trasformando o filme todo em uma série de clichês.
Se você gostou dos dois outros (aquela coisa de ter rolado algo especial entre voce e o filme sabe), ou se foi apenas um filme ‘legal’, realmente esse 3 é uma decepção, pelos motivos citados acima e por, simplesmente, não ser um filme bom. Entre efeitos especiais desnecessários, um enredo sem propósito, e onde, de longe, a melhor personagem é a vaca, acreditem…
Não vale a pena assistir.
Joice

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Bom…não dá pra discordar da Joice: o filme é ruim.
A falta que a Rachel Weiz faz é tremenda, e a "nova" Evy tem cara de Super Nanny.
Os esfeitos são bem precários, nada comparado ao dos dois primeiros filmes, mas a pior parte é em que o Imperador vira um dragão de três cabeças, ficou muito ruim, digno de algum filme da Barbie.
A melhor parte do filme é o começo, que te faz pensar que o filme é bom, achei legal a explicação da muralha da China e daqueles bonecos de barro chineses, mas meu Deus, o Imperador virando barro…começa legal com aquele negócio saindo dos olhos, mas depois parece que ele vai virar uma bolacha Trakinas…e aquela "namoradinha" do Alex também não atua muito bem.
Quando fomos assistir o som estava ruim, e as falas não acompanhavam o movimento das bocas, o que só ajudou para a minha má impressão do filme.

Não recomendável
Renan

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criado por Luís/Renan    01:13:44 — Arquivado em: Críticas Especiais, Filmes

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

ANTES SÓ DO QUE MAL CASADO

The Heartbreak Kid, 2007, 115 minutos.

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Hmmm…filme bem mais ou menos, mais pra menos do que pra mais. A intenção era de que fosse de comédia, mas realmente, há pouquíssimas cenas engraçadas, que só te faz rir se você acordou naquele dia em que até Xuxa te faz rir.

É muito pornográfico, mas não um pornográfico de "Pecados Íntimos" um bem pior, em que as cenas que eram pra ser engraçadas viram constrangedoras. Conta a história de Edward que tem quarenta anos e nunca se casou, até que conhece Lila, e se casa com ela com apenas 6 semanas depois de se conhecerem. Na lua de mel descobre que ela é uma maníaca sexual, ex-usária de cocaína, e etc. Resumindo, ela é louca. Lá ele conhece Miranda, uma mulher que realmente é sua cara metade, mas que não sabe que ele é casado.

Ben Stiller já fez comédias bem melhores como "Duplex" e "Entrando numa fria" Filme não recomendável.

Renan

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Esse é o típico filme que tenta fazer graça a qualquer custo e acaba caindo na pornografia desnecessária. Ben Stiller já esteve envolvido em produções melhores, como Quem Vai Ficar com Mary?, que era exibido à exaustão pela Rede Globo há um certo tempo. Eu realmente acho que já vi tudo que está presente nesse filme em outros filmes e não há originalidade alguma no decorrer das quase duas horas de enrolação.

 

Não resumirei o filme, porque o Renan já o fez. Ben Stiller está com a mesma expressão com a qual ele interpreta todos os seus filmes, independentemente do grau de comédia necessário. Os outros atores são todos medianos, caras-e-bocas exageradas, diálogos fúteis, etc.  O roteiro parece ter sido uma agrupamento de vários outros filmes de comédia, já que temos a nítida impressão de que cada cena foi "copiada" de alguma outra produção. Em relação às cenas de nudez: totalmente desnecessárias, embora absurdamente coerentes; a cena do "me martela, me martela" chega a ser um pouco engraçada e a cena em que a mulher urina nele também.

 

Ao contrário do que o Renan disse, eu não acho que as cenas do filme seja de um pornô constrangedor. Acho apenas que elas não acrescentam nada ao filme, logo poderiam ter sido dispensadas sem quaisquer problemas. as ele está certo o dizer que esse filme te faz rir somente nos dias em que a Xuxa também parece engraçada. Não posso dizer, no entanto, que não há cenas engraçadas apesar de o filme ser ruim. Sim, se eu não me engano, há três cenas engraçadas, sendo que duas eu citei no parágrafo acima. A segunda cena (em ordem cronológica) mais engraçada, acontece quando o casal está no restaurante e ele sofre uma crise por causa do desvio do septo e um misto de suco com comida acaba escorrendo de seu nariz. Muito engraçado mesmo essa cena! Mas, basicamente, há uma cena engraçada a cada meia hora de filme e aproximadamente a partir do quarto final de filme, não há mais cenas interessantes. Não é um filme recomendável.

Luís

criado por Luís/Renan    23:39:13 — Arquivado em: Filmes
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