terça-feira, 9 de setembro de 2008
O AMOR É CEGO

Shallow Hal, 2001.
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No fundo, no fundo, este é só mais uma filme sessão-da-tarde melhorado. Nada novo, nada realmente extraordinário. Apenas uma estória interessante, atores divertidos e capazes e aquela sequência de cenas cujo final já conhecemos: os mocinhos ficam juntos em nome do amor. Clichê demais, mas nem por isso o final deveria deixar de ser visto.
Gwyneth Paltrow está muito bem nesse filme. Depois de seu Oscar por melhor atriz em 1998 não a vi fazendo grandes papéis dramáticos no cinema. E nesse filme, como previ, não há nenhuma atuação brilhante. Mas há o carisma da atriz, que faz com que estejamos do lado de sua personagem o tempo todo. Jack Black também está muito bem muito bem nessa produção. Seu personagem não é escancarado, com um humor forçado. Não há isso. Considerando que seja uma comédia romântica, o humor utilizado no filme é ideal. Não há o que tirar nem pôr. E eu gostei da combinação Paltrow-Black; são dois atores carismáticos que me agradam, embora eu realmente prefira os trabalhos dela e não tenha visto muitos filmes bons com ele. A química entre os dois eu acho que fez o filme mais interessante do que poderia ter sido.
Em relação ao roteiro do filme não posso dizer muito. Nós já vimos a mesma sequência de idéias apresentadas em inúmeros outros filmes. Como eu disse, nada realmente espetacular, no entanto, não há nada no filme que não valha a pena ser visto. Assistam-no. É uma boa diversão para aquelas noites de chuva, sabe? Você sozinho (ou acompanhado, talvez), sem ter o que fazer (isso não se aplica se estiver acompanhado), daí você assiste o filme.
Luís
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É…realmente é o tipico filme sessão da tarde.
Sabendo disso não se pode esperar uma história bem elaborada ou algo que uma criança de 7 anos não entenda.
Mesmo assim, como a maioria desse tipo de filme é super agradavel para um dia em que não tenha nada para se fazer, os personagens conseguem nos cativar e a dupla dos principais combinaram na medida certa.
A estória ainda nos traz a famosa moral: a verdadeira beleza é a interior, alem de ser "viajada", nos termos de não ser lógica, assim como "De Repente 30", já que conta a estória de um homem que escolhe mulheres por seu tipo físico, até ser hipnotizado por um cara que o faz ver apenas a beleza interior das pessoas (é ai que ele se paixona por uma mulher extremamente obesa, mas ele a ve como uma deusa), e ai está as partes engraçadas do filme, pois quando passa sob visão dele, as pessoas são lindas e depois mostra como elas realmente são, como na cena da balada.
Há outras cenas que marcam o filme também como a da piscina, em que Rosemary (aparentemente magra) pula do trampolim e espirra muita água como se fosse uma baleia saltando na piscina. Ou a do remo em que o personagem do Jack Black fica suspenso pelo peso da namorada.
Filme recomendavel, embora típico
Renan
criado por LuÃs/Renan
16:13:08 — Arquivado em: 
