Literatura e Cinema

“Sem correr no corredor, Nancy” - Freddy Krueger, em A Hora do Pesadelo.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

O OLHO DO MAL

The Eye, 2008, 97 minutos, Terror

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Esse é mais um filme que os maericanos sentiram necessidade de adaptar para a sua cultura, tomando como base o ogirinal em japonês. Acho qu, às vezes, é útil essa modificação, pois estamos mais acostumados aos nomes americano em vez dos complicadíssimos nomes japoneses, assim como os atores americanos, que se diferem um dos outros de maneira fácil, diferentemente dos japoneses que se parecem bastante.

 

Gostei do começo do filme. Aliás, a primeira cena do filme, que mostra Sidney alertando um rapaz sobre o perigo de atravessar a rua, é bem inteligente e define bem a situação da personagem principal: ela é cega, mas iso não a imede de viver normalmente. Com o passar do filme, soms apresentados à sua história. Sidney ficou cega quando criança e tentou uma cirurgia, mas não conseguiu. Nessa segunda vez, obteve sucesso, mas os olhos que recebeu fazem com que ela tenha estranhas visões durante todo o tempo. Agora, disposta a encontrar o doador daueles órgãos, Sid conta com a ajuda de um médico que não acredita no que ela lhe conta.

 

Acho realmente que o filme seria um ótimo drama. Até porque é essa a sensação que tive durante a parte inicial do filme, em que a personagem tenta incansavelmente se adaptar ao novo mundo. A estrutura do filme é diferente de todos os filmes óbvios de terror, em que há sustos o tempo todo e incoerências por toda a parte. Há clichês? Sim. Há também alguns sustos fáceis, mas isso não transforma o filme num lixo. O que faz o filme ficar realmente desinteressante é a maneira como o roteiro envolve as cenas finais nos sonhos da personagens, fazendo com que fiquemos sem compreender nada até que chegam as cenas finais. Não são insinuações discretas, como acontece em A Chave Mestra, em que se pode chegar o final antes mesmo qe s partes eletrizantes cheguem.

 

Jessica Alba interpretou bem a personagem e é a única interpretação realmente notável no flme. Não é digna de prêmios, mas não há exageros nem apelos demais. Dentre as cenas ineressantes, destaque para  cena que itnroduz a condição da personagem, já citada acima; a cena em que Sidney vê pela primeira e enxerga um vulto ao fundo do quarto e a última cena, em que toca violino. Uma coisa definitivamente ruim no filme é o título nacional. Por que não traduzir o original americano  transformar em O Olho? O título nacional parece episódio de Power Rangers ou coisa do tipo.

 

Enfim, é um filme regular. Não é abominável como eu pensei que fosse ser, mas não é um filme bem trabalhado. Às vezes, o filme subestima a inteligência do espectador e dá de graça coisas que poderíamos pensar um pouco para deduzir. Previsível? Sim, muito. Mas é um passatempo interessante até, se você não tiver mais nada nteressante para assistir.

Luís

criado por Luís/Renan    12:45:42 — Arquivado em: Filmes

1 Comentário »

  1. Comentário por CARLOS — quarta-feira, 1 de outubro de 2008 @ 15:50:12

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