domingo, 15 de fevereiro de 2009
CONTROLE ABSOLUTO
Eagle Eye, 2008, 118 miutos. Ação.
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Jerry Shaw e Rachel Holloman não se conhecem, até que um telefonema feito por uma mulher desconhecida os une. Ameaçando a vida de ambos e de suas famÃlias, a voz utiliza a tecnologia do dia-a-dia para rastrear e controlar todos os seus movimentos. Logo eles se tornam os fugitivos mais procurados do paÃs, precisando se unir para descobrir o que realmente está ocorrendo. No fundo, esse é mais um filme de ação com tudo aquilo que já vimos em outros filmes e até já sabemos o final do filme, mas mesmo assim vale a pena assisti-lo.
Interessante que o filme reúne bons atores; Shia LaBeoulf obviamente não é nenhum superastro, mas com certeza se dá bem em filmes de ação/aventura, como pode ser visto em Transformers e Indiana Jones e o Reino da Caveira da Cristal. Michelle Monaghan esteve em vários filmes e também não é nenhuma estrela do cinema, embora já tenha participado de grandes filmes, como Sr. e Sra. Smith, Missão ImpossÃvel 3, A Supremacia Borne, mas de maneira efetiva, participou de Antes Só do Que Mal Casado. Há também Billy Bob Thorton, de A Última Ceia, e Rosario Dawson, de Sin City. E cada ator convence muito bem no seu papel, com exceção de Thorton, que não combina com esse tipo de filme. Enfim, são atores que defendem bem o seu personagem no filme.
A edição de som no filme é boa, afinal todo filme de ação, com explosões, tiros e perseguições tem que ter um ótimo desempenho nessa categoria. Mas o principal do filme, o mais interessante, é o computador Aria: tendo com base as próprias palavras da Constituição, o computador se voltou contra o próprio presidente, já que o mesmo não tomou a medida que deveria em relação ao que era esperado. Apesar de tudo o que Aria destruiu, suas intenções eram boas e aà se aplica o ditado “os fins justificam os meios”. Eu realmente não tenho dúvidas de que máquinas como Aria realmente existam e que sejamos contramos diariamente, 24 horas por dia, por redes altamente invasoras, capazes de conhecer toda a nossa intimidade. Interessante a perspectiva que o filme aborda mostrando uma sucessão de infortúnios que tem como base a solução do problema para várias pessoas. Interessante também que os atores fizeram eles mesmos as cenas, sem auxÃlios de dublês; não sei isso é bom, provando que são aotres de grande coragem, ou se é ruim, pois tiram o emprego dos dublês. Julianne Moore está fabulosa no filme - ela é (apenas) a voz de Aria - e pediu para que não fosse creditada. Que bobinha…
Enfim, eu recomendo esse filme, sim, pois é bastante interessante. E é bem divertido ver um filme como esse, cheio de ação, aventura, correrria, etc. Não são os meus filmes preferidos, mas sem dúvida são interessantes. E não ocorre exageros quando é explicado o porquê de tudo o que acontece; o filme poderia simplesmente dar uma resposta tosca e frustrar o espectador, mas não é isso que acontece. Vale a pena, portanto!
LuÃs

criado por LuÃs/Renan
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