quinta-feira, 16 de julho de 2009
PROVA DE FOGO
Fireproof, 2008, 118 minutos. Drama
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Minha mãe me chamou para assistir a esse filme com ela; sentamo-nos para vê-lo e em pouco tempo eu já tinha previsto a sequência de eventos que teria durante o filme. Eu dei uma rápida olhada em algumas crÃticas por aà sobre Prova de Fogo e parece que quem o assistiu - provavelmente todos evangélicos - gostaram bastante. Realmente não enxerguei tanto quanto eles e achei o filme bastante insosso, e talvez dispensável.
A história fala sobre um casal que vive em conflitos. Ela reclama de que ele não lhescruite dá atenção necessária, ele alega que ela não o respeita; os dois, então, estão prestes a se separar, quando Caleb recorre ao pai, que lhe propõe esperar 40 dias. Durante esse perÃodo de tempo, ele seguiria fielmente à s instruções escritas em uma agenda que o pai lhe deu: seria gentil, amigável, ajudaria com a casa, e, principalmente, se entregaria a Deus, para que Este o auxilie ainda mais. Logo no começo do filme já somos apresentados à s discussões do casal, que têm caráter real, embora a atuação dos atores não nos permita acreditar que estejam ao menos irritados um com o outro. Conforme as cenas são exibidas, vários temas são abordados, como a religião, o amor, o companheirismo, a bondade, etc.
De uma maneira geral, eu acredito que o filme é muito bom para aqueles que procuram algo que mostre afloramento de valores morais por intermédio da religiosidade. Então, há diálogos bastante enfáticos a respeito do quão importante é ter Deus no coração; a maioria das cenas nas quais o tema é abordado apresenta um cenário bastante bucólico ao fundo, quase nos obrigando a associar religião e simplicidade, o que é dito no filme muitas vezes. Na minha opinião, essas são as cenas mais cansativas de todo o filme. Como a minha concepção de religião e crença não é compatÃvel à quilo que considero exagerado no filme, achei-as deveras desnecessárias. Não pelo que é dito a respeito de Deus e a fé, mas pela maneira excessivas como os personagens conversam sobre. Ao assistir o filme, somente os religiosos fervorosos conseguirão acreditar naquelas cenas, pois a última coisa que analisarão são os atores, que não conseguem deixar claras suas opiniões quanto a esse assunto. É também abordado a humildade, mas desta vez com a famosa cena clichê em que duas pessoas se desafiam - uma humilde e uma orgulhosa - e a segunda perde o desafio, tendo que se admitir não tão boa quanto dizia ser.
Eu acho que seria uma ótima comédia romântica caso tudo fosse mostrado com mais humor. As cenas entre Caleb e sua esposa seriam satisfatórias se não fosse tão pretensiosas; a transformação pela qual ele passa a fim de reaviver o casamento é interessante, mas acredito que é abordado de uma maneira estranha nesse filme. Um relacionamento mais denso entre a esposa de Caleb e o médico do hospital poderia ter sido explorado a fim de acrescentar informações densas com o decorrer da trama, no entanto, isso não acontece. Como disse anteriormente: os religosos gostam; mas aqueles que querem um filme com densidade, cujo conteúdo não se limita a um tema mostrado na forma de clichê. Ao ver o filme, me desinteressei em muitos momentos, mas me mantive atento em alguns outros. De uma maneira geral, o filme é assistÃvel, principalmente se não houver outra coisa para se fazer. Mas é claro que se listássemos os filmes bons, terÃamos muitos a frente desse. Considero-o, então, um filme para ser visto sempre como segunda opção. Nada mais do que isso.
LuÃs

criado por LuÃs/Renan
01:23:40 — Arquivado em: 

Comentário por O Cara da Locadora — quinta-feira, 16 de julho de 2009 @ 12:40:23
Sobre o filme, quem postou lá no blog foi o Miojo e eu sou o Nespoli, portanto não tenho muito o que dizer, sei que é um fenômeno na locadora onde trabalho, este e todos os da Sherwood…
Sobre como achei seu blog, rapaz, acho que foi no comentário de algum outro blog, acabei entrando e gostei do que vi, rs… Espero que agora possamos visitar com mais frequencia o blog um do outro, abraços…
Comentário por Anderson — domingo, 26 de julho de 2009 @ 00:10:50
minha mãe tbm me chamou pra assistir o filme, mas eu ñ quis.

acho q eu devia ter ido.