quarta-feira, 14 de outubro de 2009
VELOZES E FURIOSOS
The Fast and The Furious. EUA, 2001, 110 minutos. Aventura.
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Não quero começar com uma frase esteotipada, mas todos sabemos qual é o resultado de um filme encabeçado por Vin Diesel, que é o nome mais conhecido de Velozes e Furiosos. De cara, já saberemos que o filme possui roteiro extremamente mínimo - às vezes, inexistente - e que o objetivo básico é entreter pelo que vemos, não pelo que podemos compreender. Aqueles mais ligados no cinema e que conhecem os outros nomes - Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster -, apenas confirmarão a suspeita inicial de que o filme é apenas mais um.
Caminhões têm sido assaltados com frequência. Os ladrões, dirigindo carros potentes e executando manobras radicais, chama a atenção da polícia para as gangues que tiram rachas nas ruas de Los Angeles. Como o principal suspeito é Toretto, o oficial Brian Spindler é escalado para se infiltrar na gangue dele a fim de descobrir os responsáveis pelos roubos dos equipamentos eletrônicos.
Embora a premissa indique certo enfoque policial, isso não acontece em nenhum momento do filme. Não há de fato uma investigação policial sendo claramente mostrada. A ênfase é única e exclusivamente voltada para as corridas de carro, sempre velozes, sempre muito exuberantes e que - não nego - chamam a atenção do espectador por causa de umas cenas bem realizadas. O título não engana: a abordagem do filme estabelece uma correlação entre o universo das corridas e a bandidagem. Uso essa palavra porque o roteiro não especifica com exatidão o porquê de todos aqueles roubos, dando a impressão de que fazem aquilo somente porque querem fazer. Sem justificativa, tornam-se apenas bandidos. Há um espaço para um relacionamento entre Brian e Mia, irmã de Domenic Toretto; de tão pequeno, o espaço não permite que a história dos dois se desenvolva e fica meio difícil acreditar no tom romântico de algumas cenas. O roteiro, bastante superficial, faz com que a narrativa se torne meio precipitada: vemos uma briga, uma disputa inicial entre Toretto e Brian e, em seguida, já vemos Brian se tornando membro da gangue. Não se pode argumentar contra o fato de não há desenvolvimento em nenhum momento desse filme: tudo é simplesmente mostrado, exposto rapidamente, sem aberturas para análises.
Vin Diesel é um dos atores mais medíocres da atualidade: só faz filmes nos quais seus personagens não se permitam evoluir, porque, afinal, o ator não tem capacidade de variar. Como nessa produção ele está interpretando a si mesmo, ele quase nos convence de que é o cara mau, que é superprotetor, mas que, no fundo - bem lá no fundo, bem lá dentro, onde mal conseguimos enxergar - ele é um cara legal. Jordana Brewster, pobrezinha!, tem função de falar umas frases escrotas, jogar o cabelo pra cá e pra lá, dirigir um carro tunado e mais nada. Nem posso avaliar sua atuação. Posso apenas dizer que ela é um rosto bonitinho - no diminutivo mesmo. Paul Walker, um ator mais alternativo - mas que também não faz nada que presta - convence como o cara legal, tentando se agregar a um grupo, mas querer que nós acreditemos que ele seja um policial é forçar muito a barra. Michelle Rodriguez, que debutou em Boa de Briga, tem repetido a mesma personagem desde então: sempre faz a garota desajustada com a sociedade, com trejeitos masculinizados, agressiva, sem muitas palavras. Se isso é um fator positivo ou negativo, deixo que vocês decidam. O fato é que ela é a única que nos convence sempre da sua personalidade, seja nesse ou seja em outro filme.
Velozes e Furiosos é um filme que entretém, não nego. Não posso dizer que é um filme com grandes defeitos, porque, dentro da concepção na qual o filme foi criado, a única coisa importante é mostrar carros bonitos e cenas mais radicais; isso o filme faz. Eu diria que esse é o tipo de filme feito para homens marombados que sentem a necessidade de olhar para os personagens e admirá-los incondicionalmente, esperando um dia estar no lugar deles a fim de impressionar as garotas semiprostituídas que ficam em volta desses marmanjos. O resto dos espectadores podem gostar ou não gostar. Eu, particuarlmente, não vejo apenas ruindade. Se - e somente se - visto sem expectativas, garante uma hora e meia de entretemento.
Luís
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Taí um filme bom, com atuações, no mínimo, decentes e que não se precisa de muita inteligência ou vontade de pensar para assistir. Quem gosta de velocidade (e quem não gosta também) tem todos os motivos para gostar do filme, pois é agitado, vemos super carros e nos divertimos durante o todo o tempo de exibição do filme. Particularmente gosto desse filme por me remeter às longas horas que e ficava jogando Need for Speed Underground 2.
Depois de assistir dois filmes com a Michelle Rodriguez em menos de uma semana, começo a me simpatizar com ela, não que eu confie em sua atuação, pois ainda acho que ela é atriz de um papel só, e realmente duvido que eu a verei em uma cena de drama; mas mesmo assim, ela está boa em seu papel mais feminino e consegue tirar do expectador um pouco de simpatia, principalmente nas cenas em que ela está com Vin Diesel ou na cena do acidente, aliás, o que foi o Vin Diesel pegando na bunda dela? Falando desse, Vin Diesel está muito bem no seu papel de fortão, e por incrível que pareça, seu personagem é o mais carismático do filme de modo que torcemos durante o filme, para que no final, ele se de bem. Quando está fora dos carros, seu personagem Dom se mostra uma pessoa com fortes vínculos familiares e que está sempre disposto a oferecer ajuda a mais um amigo. Enquanto isso Paul Walker (Brian) fica escondido atrás das atuações de seus colegas de cena como um policial disfarçado apático e sem graça. Até a sua namoradinha Mia é mais interessante que ele. Mas a graça do filme não estão nas atuações e sim nas máquinas que enchem os olhos até de quem não é muito ligado ao automobilismo como eu. Percebemos também a quantidade de propaganda de marcas que o filme faz como a NOS e a PIRELLI.
Outro ponto que acho positivo é a trilha sonora, bem diferente do que estamos acostumados a ouvir. Geralmente, pelo gênero do filme, ouvimos músicas orquestradas; em Velozes e Furiosos espere ouvir muito rap americano que combina muito bem com o estilo do filme, dando a ele um caráter mais real e ainda mais divertido.
Como dei a entender acima, recomendo Velozes e Furiosos, pois é ideal quando se quer ver um filme leve, sem forçar os neurônios e ainda assim ver um filme que se revela, se não ao todo, parcialmente bom.
Renan

criado por Luís/Renan
09:41:01 — Arquivado em: 

Comentário por Ricardo Martins — quarta-feira, 14 de outubro de 2009 @ 16:37:28
Eu adoro esse filme com carros turbinados, ação de um monte e com a presença da minha amada Michelle Rodriguez, é um filme entretenimento total! Deveria ter parado nesse primeiro, pois as sequências não são tão boas, a mais ou menos, é a de agora onde resgata os personagens e atores do primeiro filme: Velozes e Furiosos 4!
Comentário por Bruno Gonçalves — quarta-feira, 14 de outubro de 2009 @ 18:57:14
Não curto muito esse filme, é total sem sentido e história.

O mundo seri muito melhor sem ele!
Comentário por Rubens Correia — quinta-feira, 15 de outubro de 2009 @ 10:22:37
Não gosto muito desta série de filmes porque acredito que eles influenciam os rachas, brasileiro é inconsciente, e vê no filme muita mulher, carros esportivos, bebidas tudo junto faz igual, se o filme tivesse mais lições de vida que curtição seria uma boa.
Comentário por Fabricio — quinta-feira, 15 de outubro de 2009 @ 10:58:46
Sem balela. Não curto tipo desse filme.
Assisti o VF 3 não chega ser minha praia…
pra quem curti um bom post.
conheça meu blog tbm.
Comentário por Diego — quinta-feira, 15 de outubro de 2009 @ 11:32:51
Olha, eu gostei muito de todos os filmes de velozes e furiosos. Este primeiro não vejo o porque de bater no Diesel, o cara teve um papel importante pra caramba em fast and furious e o mesmo percebemos em xXx.
Comentário por Leonardo Dognani — quinta-feira, 15 de outubro de 2009 @ 13:22:08
hahahaha

Fico com o primeiro comentário. Filme feito pra quem quer se entreter durante uma hora e meia e q curta apenas ver carros e mulheres objetos. Pessoas q não se importam se estão vendo um documentário ou um filme, desde q apareça o q querem q apareça
.
realmente, filme para não pensar e nem cansar a mente… embora canse o psicológico de quem pensa, para quem não o faz, deve relaxar a mente
.
abs
.
PS: só estou brincando, não é direcionado a ninguém, apenas ao filme.
^^
Comentário por Dewonny — sexta-feira, 16 de outubro de 2009 @ 16:46:13
Entertenimento puro essa franquia, coisa q já me serve nesses filmes, q rendem momentos de descontração e diversão, sem precisar usar o cérebro..rs..e quando tem carros turbinados e mulherada melhor ainda, gostei bastante desse primeiro, tbm curti o segundo q todo mundo achou ruim, o 3 é fraco o 4 foi bonzinho, se sair o 5, verei com certeza!
Abs! Diego!
Comentário por PEDRO — sábado, 17 de outubro de 2009 @ 12:48:00
eu queria dizer que não gosto do filme, mas eu curto bastante
não tem um roteiro bom, mas tem carros, mulheres, alguns efeitos e serve pros dias que eu não quero pensar em nada
e eu adoro Michelle rodriguez.. já viram ela em lost?
Comentário por Eduardo — domingo, 18 de outubro de 2009 @ 21:00:05
Realmente o filme é cheio de defeitos. Mas quem produziu oi filme, sabia muito bem que não iria concorer ao Oscar. Diesel não sabe atuar, mas tem carisma de sobra. O filme “O resgate do soldado Ryan” perde muito da graça, quando o persoangem de Diesel morre no início do filme.
É um bom filme.
Comentário por Luís/Renan — segunda-feira, 19 de outubro de 2009 @ 09:56:44
RICARDO: Concordo que o que chama a atenção nesse filme são os carros turbinados juntamente com a ação. Não achei o terceiro filme tão ruim, mas chega bem longe de ser bom. Quanto a Michelle Rodriguez, acho que estou começando a gostar dela também ;D
BRUNO: Bom…gosto é gosto. Também não vejo muita densidade no roteiro, mas um dos motivos que levam as pessoas as salas de cinema ou a alugarem um DVD é o entretenimento, e não posso negar que Velozes e Furiosos prenche bem esse papel (e talvez só esse).
RUBENS: Acho que muitas pessoas (indiferente da nacionalidade) são influenciáveis,e com certeza, pra essas pessoas, filmes como Velozes e furiosos deve ser o tipo de coisa que instiga a vontade de copiar o que é reproduzido.
FABRÍCIO: Também não é o meu ipo de filme favorito, mas ainda acho que entretem.
DIEGO: Como disse ao Fabrício, acho que o filme serve mais para passar o tempo mesmo. Quanto ao Diesel, confesso que o achei carismático nesse filme.
LEONARDO: Acho que, tanto os que pensam quanto os que preferem não pensar, gostam de, as vezes, apenas relaxar assistindo a algum filme, e nesse sentido, Velozes e Furiosos cumpre bem o seu papel.
DEWONNY: Como disse, concordo que essa franquia só serve pra entretenimento mesmo. Não me lembro muito bem do segundo, mas achei o 3º (Tokyo Drift) legalzinho, pois me remetia a um tipo de circuito que eu jogava em Need for Speed Underground 2. Não assisti ao 4º, mas pretendo fazê-lo.
PEDRO: Eu não gosto bastante desse filme, mas achei divertido revê-lo. Eu o Luis já assistimos LOST sim, e não gostei tanto da sua pequena participação da série. Acho que ela está mais divertida em filmes como esse e Resident Evil (mesmo que nesse sua atuação seja praticamente igual a de Lost)
EDUARDO: É isso aí. Quem assiste Velozes e Furiosos não espera uma obra consagrada, mas sim diversão.
Renan
Comentário por jessica — sábado, 31 de outubro de 2009 @ 03:07:21
Simplesmente adoro todos os velozes e furiosos